Publicado por: marcospauloteixeira | Dezembro 24, 2009

PASTORAL DA AIDS DA CNBB: UM PÉSSIMO EXEMPLO!

PASTORAL DA AIDS DA CNBB: UM PÉSSIMO EXEMPLO!

Ao visitar o site www.pastoralaids.org.br  da CNBB, qualquer cristão Católico fiel ao magistério da Igreja se surpreende com tamanho contraste entre o que a Igreja Católica Romana ensina e o que é vivido aqui no Brasil.

Esse site pertence a pastoral da AIDS da CNBB. Num primeiro momento alguém poderia esperar encontrar textos enaltecendo a castidade da juventude. Mas não é isso que acontece lá. Esse site, à semelhança dos sites do governo hedonista do PT, incentiva o uso de preservativos como método de prevenção da AIDS.

Vejam o que se encontra num arquivo em Power point usado na formação de agentes da pastoral disponível em http://apresentacaoprevencao.blogspot.com/:

Como evitar a transmissão sexual

*  Escolher o melhor momento para iniciar o exercício da sexualidade (abstinência)

*  Cuidar o número de parceiros. Quanto maior o número de parceiros sexuais, maior a vulnerabilidade

*  Fidelidade mútua: pacto dialogado, parceiro fixo e testagem de HIV

*  Usar preservativo nas relações sexuais: anal, oral, vaginal com pessoa que você não conhece a sorologia

Que absurdo! De que Igreja a CNBB faz parte pra aceitar um negócio desse? Por que a CNBB teima em desrespeitar o magistério? Será que aquilo que o PAPA fala entra num ouvido e sai pelo outro?

Isso é revoltante pra mim como um estudante de medicina cristão Católico. Já está mais que provado que a camisinha não serve para barrar a AIDS e que o único método 100% eficaz é a castidade.

Que absurdo! Os sucessores dos apóstolos estão traindo os ensinamentos morais da Igreja. Que absurdo!!

Aonde Iremos parar?!!!

*  Escolher o melhor momento para iniciar o exercício da sexualidade (abstinência).  Melhor momento? Ora Pastoral da CNBB, o melhor momento não é o casamento não? Por que não deixar claro a posição da Igreja?

*  Cuidar o número de parceiros. Quanto maior o número de parceiros sexuais, maior a vulnerabilidade

Então eu posso ficar com quantas? 2, 3, quantas?

*  Usar preservativo nas relações sexuais: anal, oral, vaginal com pessoa que você não conhece a sorologia

Usar preservativos? Essa pastoral da CNBB está me pedindo isso? É INACREDITÁVEL E INACEITÁVEL!!!

Usar preservativos com pessoa que você não conhece a Sorologia. O que é isso? E quando eu conhecer a sorologia eu posso usar é? Que absurdo!

Sexo anal?  Sem comentários!

EU COMO CRISTÃO CATÓLICO, repudio (para não falar palavrão) essa pastoral da AIDS, que poderia se chamar Pastoral de incentivo à promiscuidade.

O site ainda mostra um vídeo do nosso querido destruidor da moral Cristã, ministro da Saúde Temporão. Lástima!

O slogan do site é “TENHA ATITUDE: PREVINA-SE DO HIV E DA AIDS”. Ou seja, use camisinha!

Realmente a teologia da Libertação tem destruído  a Igreja no Brasil!

Envie um email para secretaria@pastoralaids.org.br e demonstre a sua indignação!

O mínimo que posso falar dessa pastoral da CNBB é que ela não representa o pensamento moral da IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA!

Do fundo do meu coração, eu não gostaria de estar escrevendo isso. É uma pena!

Em Cristo e Maria Imaculada

Marcos Paulo

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Sugiro a leitura dos seguintes textos:

O que tem de errado na prevenção da AIDS?

http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2009/10/10/o-tem-de-errado-na-prevencao-da-aids/

Uganda: Exemplo bem sucedido de luta contra a Aids

http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2009/10/10/uganda-exemplo-bem-sucedido-de-luta-contra-a-aids/

DÁ PRA CONFIAR NA CAMISINHA?

http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2008/12/13/da-pra-confiar-na-camisinha/

Luta contra AIDS: Igreja é parte do problema ou da solução?

http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2009/10/21/luta-contra-aids-igreja-e-parte-do-problema-ou-da-solucao/

“Papa tem razão: Aids não se detém com o preservativo”

http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2009/10/11/%e2%80%9cpapa-tem-razao-aids-nao-se-detem-com-o-preservativo%e2%80%9d/

Epidemiologista francês respalda Papa sobre preservativo

http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2009/09/20/epidemiologista-frances-respalda-papa-sobre-preservativo/

Moral Católica em vez do mito do preservativo.

http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2009/04/05/397/

Publicado por: marcospauloteixeira | Dezembro 24, 2009

A FALSA DIREITA

A FALSA DIREITA

 Por Rafael Vitola Brodbeck

 O maniqueísmo é tão fundamental no pensamento da esquerda que, agora que por seus valores (igualitarismos dos mais variados matizes: cotas, feminismo, militância gay, ecologismo radical) somos comandados, seja pelo governo, seja por parte de uma decadente elite urbana arvorada em “moderna”, pintam os socialistas um quadro dos mais simplórios, tão típico de suas utopias. De um lado, estariam os progressistas e suas bandeiras vermelhas, suas lutas por reforma agrária, pelos índios, pelas mulheres, pelos homossexuais, seus fóruns sociais mundiais e seu estranho conceito de democracia. Na outra frente, conforme o delírio politicamente correto dos proto-comunistas, residiriam os liberais e conservadores, os fascistas, os que a todos odeiam, os representantes da burguesia e da aristocracia.

 Simplificação da realidade, que, de fato, a nega, em clássica manobra ideológica, tal situação é inexistente. Sem embargo da preguiça mental do homem contemporâneo, e sua notória incapacidade para o raciocínio mais profundo e complexo, não se lhe poderia escapar uma constatação evidente: liberalismo e totalitarismo (fascista ou socialista) são da mesma matriz filosófica. A ampla liberdade defendida pelos liberais dos séculos XVIII e XIX deitava suas bases no conceito da verdade relativa. Negando o absoluto, a verdade objetiva, poucos passos foram necessários para que o liberalismo se transformasse em comunismo ou em nazismo. “O totalitarismo nasce da negação da verdade em sentido objetivo: se não existe uma verdade transcendente (…), então não há qualquer princípio seguro que garanta relações justas entre os homens. Com efeito, o seu interesse de classe, de grupo, de Nação, contrapõe-nos inevitavelmente uns aos outros.” (Papa João Paulo II. Encíclica Centesimus Annus, 24)

 Paul Hazard, em duas obras já clássicas, expõe lucidamente a filiação natural do nazi-fascismo e do socialo-comunismo ao liberalismo iluminista, de inspiração francesa e triunfante em 1789 (o iluminismo inglês e a Revolução Americana são de outro sabor). Daí, não se pode opor fascismo e comunismo, como se os não-esquerdistas fossem seguidores de Hitler, Mussolini ou Plínio Salgado. Tampouco é justo dar ao liberalismo laicista, que continua a fazer estragos à França de Chirac, o epíteto de direita conservadora.

 Ensina o célebre e douto dominicano, Fr. Garrigou-Lagrange, OP, falecido sacerdote fidelíssimo ao Papa e seu Magustério, e tido por muitos o maior teólogo do século XX: “é preciso não confundir a verdadeira direita com as falsas direitas, que defendem uma ordem falsa e não a verdadeira. Mas a direita verdadeira, a que defende a ordem fundada sobre a justiça, parece ser um reflexo do que a Escritura chama a direita de Deus, quando que Cristo está sentado à direita do seu Pai e que os eleitos estarão à direita do Altíssimo.” (O Legionário – jornal da Arquidiocese de São Paulo, 11 de setembro de 1938)

 Por seu ódio à Civilização Cristã e às sadias tradições, o nazismo – irmão-gêmeo do comunismo, inclusive no nome (nacional-socialismo) – e o liberalismo radical não merecem outro apelido que o de falsa encarnação da direita autêntica. É ela que, por fraqueza ou conivência, não ataca devidamente a esquerda, como temos visto em muitos partidos brasileiros, e a torna cada vez mais forte. Só com a verdadeira direita venceremos o comunismo e teremos o esplendor da legítima democracia “neste país”.

 


BRODBECK, Rafael Vitola. Apostolado Veritatis Splendor: A FALSA DIREITA. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/4162. Desde 27/06/2007.

Publicado por: marcospauloteixeira | Dezembro 24, 2009

Divórcio instantâneo a um passo da aprovação

Divórcio instantâneo a um passo da aprovação

(PEC 28/2009 é aprovada em primeiro turno pelo plenário do Senado)

 

O matrimônio e sua função social

Segundo os modernos civilistas, estamos presenciando a hora e a vez da função social do contrato. Está ultrapassada, dizem, a época em que o brocardo “o pacto faz lei entre as partes” era aplicado de maneira absoluta. A nulidade ou anulabilidade de acordos cujas cláusulas oprimam os trabalhadores ou lesem os consumidores foi declarada respectivamente, pela Consolidação das Leis do Trabalho e pelo Código de Defesa do Consumidor. Agora, o Código Civil de 2002 dispõe expressamente em seu artigo 421:

A liberdade de contratar será exercida em razão e nos limites da função social do contrato”.

Longe, portanto, qualquer idéia individualista no direito contratual.

A liberdade das partes é tão menor quanto mais relevante for o papel social desempenhado pelo contrato. Ora, “a família, base da sociedade, tem proteção especial do Estado” (art. 226, caput, CF).

Não se pode admitir que o casamento, contrato que dá origem à família, seja tratado como um simples contrato de compra e venda, mútuo, comodato ou aluguel. A relevância social do casamento é tamanha que ele é um contrato “sui generis”, no qual tem que haver grandes restrições à autonomia da vontade dos contraentes.

O caráter especialíssimo do contrato matrimonial está no amor que o fundamenta. Enquanto nos contratos de caráter patrimonial, há uma busca recíproca de vantagens delimitada pelas regras da justiça, no matrimônio os nubentes buscam, antes e acima de tudo, não o próprio bem, mas o bem do outro, e ambos o bem da prole. Trata-se de um compromisso de autodoação total e recíproca, cuja autenticidade exige a fidelidade, a perpetuidade e a abertura à fecundidade.

A família, enquanto célula que compõe o tecido social, não pode ser desfeita pelo simples arbítrio dos cônjuges. Enquanto núcleo onde é gerada e educada a vida humana, ela não pode ser dissolvida simplesmente por alegação de que os cônjuges “cometeram um erro” e querem tentar outra vez “ser felizes” com novas núpcias. O interesse público sobreleva de longe os desejos das partes. Por esse motivo, até bem pouco tempo, o direito brasileiro dispunha que “o casamento é indissolúvel” (art. 175, § 1º, Constituição 1967/69).

O primeiro grande golpe que sofreu a família brasileira, em homenagem ao egoísmo humano, foi a introdução do divórcio mediante a Emenda Constitucional n.° 8, de 14 de abril de 1977 e a Lei do Divórcio (Lei 6515/77). Os divorcistas começaram timidamente, para só depois avançarem com mais atrevimento. O divórcio só poderia ser concedido se fosse precedido de três anos (art. 25, LD) de separação judicial, um novo nome para o antigo desquite (art. 39, LD). Como disposição transitória, admitia-se o divórcio dos cônjuges que estivessem de fato, na data da Emenda, separados por cinco anos (art. 40, LD). Em qualquer hipótese, o divórcio só poderia ser concedido uma única vez (art. 38, LD).

A Constituição Federal de 1988 reduziu de três para um ano o prazo de separação judicial antecedente ao divórcio, e de cinco para dois anos o prazo de separação de fato antecedente ao divórcio (cf. art. 226, § 6º, CF). A Lei 7.841, de 17 de outubro de1989, além de modificar a Lei do Divórcio de forma a torná-la compatível com o artigo 226, §6º da nova Constituição, revogou o artigo 38, LD, que só admitia um único divórcio.



 

A PEC do divórcio instantâneo

Finalmente em 15 de junho de 2005, foi apresentada pelo deputado federal Antônio Carlos Biscaia (PT/RJ) e outros a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) n.° 413/2005, pretendendo acabar com a figura da separação judicial e facilitando ao máximo o divórcio pela simples deliberação dos cônjuges. A proposta foi aprovada pela Câmara dando ao artigo 226, § 6º da Constituição a seguinte redação: “O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio”. Excluiu-se assim qualquer tempo de separação prévia para que um casal possa divorciar-se.

Ao chegar ao Senado, a proposta, agora chamada PEC 28/2009, foi encaminhada à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), a qual aprovou o parecer favorável do relator senador Demóstenes Torres (DEM/GO) em 24/06/2009. Submetida ao plenário, a PEC do divórcio instantâneo foi aprovada em primeiro turno em 02/12/2009 por 54 votos SIM, 3 votos NÃO e 2 abstenções, totalizando 59 votos. Os outros 22 senadores estiveram ausentes.

 

Nome Partido UF Voto
Acir Gurgacz PDT RO SIM
Adelmir Santana DEM DF SIM
Almeida Lima PMDB SE SIM
Aloizio Mercadante PT SP SIM
Alvaro Dias PSDB PR AUSENTE
Antonio Carlos Júnior DEM BA SIM
Antonio Carlos Valadares PSB SE SIM
Arthur Virgílio PSDB AM SIM
Augusto Botelho PT RR ABSTENÇÃO
César Borges PR BA SIM
Cícero Lucena PSDB PB AUSENTE
Cristovam Buarque PDT DF SIM
Delcídio Amaral PT MS SIM
Demóstenes Torres DEM GO SIM
Eduardo Azeredo PSDB MG SIM
Eduardo Suplicy PT SP SIM
Efraim Morais DEM PB SIM
Eliseu Resende DEM MG SIM
Epitácio Cafeteira PTB MA AUSENTE
Fátima Cleide PT RO SIM
Fernando Collor PTB AL AUSENTE
Flávio Arns PSDB PR AUSENTE
Flexa Ribeiro PSDB PA SIM
Francisco Dornelles PP RJ SIM
Garibaldi Alves Filho PMDB RN SIM
Geraldo Mesquita Júnior PMDB AC AUSENTE
Gerson Camata PMDB ES NÃO
Gilberto Goellner DEM MT SIM
Gilvam Borges PMDB AP SIM
Gim Argello PTB DF ABSTENÇÃO
Heráclito Fortes DEM PI SIM
Ideli Salvatti PT SC SIM
Inácio Arruda PC DO B CE AUSENTE
Jarbas Vasconcelos PMDB PE SIM
Jefferson Praia PDT AM SIM
João Durval PDT BA SIM
João Pedro PT AM SIM
João Ribeiro PR TO AUSENTE
João Tenório PSDB AL SIM
João Vicente Claudino PTB PI SIM
José Agripino DEM RN SIM
José Nery PSOL PA SIM
José Sarney PMDB AP AUSENTE
Kátia Abreu DEM TO SIM
Lobão Filho PMDB MA AUSENTE
Lúcia Vânia PSDB GO SIM
Magno Malta PR ES NÃO
Mão Santa PSC PI SIM
Marcelo Crivella PRB RJ NÃO
Marco Maciel DEM PE AUSENTE
Marconi Perillo PSDB GO AUSENTE
Maria do Carmo Alves DEM SE SIM
Marina Silva PV AC SIM
Mário Couto PSDB PA SIM
Marisa Serrano PSDB MS AUSENTE
Mauro Fecury PMDB MA AUSENTE
Mozarildo Cavalcanti PTB RR SIM
Neuto De Conto PMDB SC SIM
Osmar Dias PDT PR SIM
Osvaldo Sobrinho PTB MT SIM
Papaléo Paes PSDB AP AUSENTE
Patrícia Saboya PDT CE AUSENTE
Paulo Duque PMDB RJ SIM
Paulo Paim PT RS AUSENTE
Pedro Simon PMDB RS AUSENTE
Raimundo Colombo DEM SC SIM
Renan Calheiros PMDB AL SIM
Renato Casagrande PSB ES SIM
Roberto Cavalcanti PRB PB AUSENTE
Romero Jucá PMDB RR SIM
Romeu Tuma PTB SP AUSENTE
Rosalba Ciarlini DEM RN SIM
Sadi Cassol PT TO AUSENTE
Sérgio Guerra PSDB PE AUSENTE
Sérgio Zambiasi PTB RS SIM
Serys Slhessarenko PT MT SIM
Tasso Jereissati PSDB CE SIM
Tião Viana PT AC SIM
Valdir Raupp PMDB RO SIM
Valter Pereira PMDB MS SIM
Wellington Salgado de Oliveira PMDB MG SIM

 

Vale lembrar que essa PEC foi proposta por sugestão do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), considerando-a “uma revolução paradigmática no Direito de Família”[1]. O IBDFAM também defende o “casamento” de pessoas do mesmo sexo.

Falta apenas a votação em segundo turno, que pode ocorrer a qualquer momento.

Ligue grátis TODOS OS DIAS para o Alô Senado (0800 612211)

 “Solicito a Vossa Excelência que compareça e vote NÃO à PEC 28/2009, que institui o divórcio instantâneo no país. A família merece proteção constitucional”.

 A PEC será votada e aprovada justamente no dia em que você deixar de ligar.

Deus se compadeça de nós.

Anápolis, 22 de dezembro de 2009.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis

Publicado por: marcospauloteixeira | Dezembro 21, 2009

DR. DRAUZIO VARELLA: UM IGNORANTE?

DR. DRAUZIO VARELLA: UM IGNORANTE?

Por Marcos Paulo Teixeira

Qual o conceito de ignorância? Segundo o moderno dicionário da língua portuguesa a ignorância significa: 1 Que, ou quem ignora. 2 Que, ou pessoa que não tem instrução; inculto, iletrado. 3 Que, ou quem não tem conhecimento de determinada coisa. Ou seja, ignorante é aquele que em determinado assunto, ao desconhecer suas atribuições filosóficas, e ao ser questionado, responde  EU ACHO!

Foi o que aconteceu com o famoso médico Dráuzio Varella.Todos o conhecem e sabem do seu bom desempenho como médico. Numa palestra, ao ser questionado sobre o ser ateu, deu uma ignorante resposta, digna dos mais leigos sofistas no assunto.

Resposta do Dráuzio Varella:

“Olha, EU ACHO que essa questão religiosa (sou muito fatalista eu releação a isso), EU ACHO que existe um tipo de cérebros mesmo (cérebro no sentido geral),no entendimento da vida e das coisas.Que é racional. Que são pessoas que querem entender tudo o que se passa e saber porque e ter uma curiosidade de ir fundo em cada tema e ver o porquê aconteceu assim e mais porquês!! Pessoas que tem esse tipo de formação, dificilmente são religiosas. Por que ser religiosas implica em aceitar fatos sem nenhuma explicação. Por que eu devo fazer assim? Por que Jesus morreu na cruz. Pronto! Tem gente que aceita isso e acabou. Não, mas tudo bem Jesus morreu na Cruz, mas eu tenho que saber porque isso. Qual a razão que me leva a aceitar isso. Essa é a diferença fundamental entre os dois tipos de visão. E são mundos que não se comunicam. Não tem nenhuma comunicação, pois pra quem é religioso é impossível aceitar a vida de uma forma racional. Absolutamente racional. E ao contrário, pra quem uma formação materialista, que fica procurando na matérias as explicações todas, não conseguem entender o argumento religioso. O que acontece frequentemente é que você quando tem um pensamento materialista, você é obrigado a aceitar o pensamento religioso, seja qual for. Você tem que respeitar nos outros outra forma de ver a vida, porque a ciência não é a única forma de ver o universo. No pensamento religioso você não precisa provar nada. Jesus morreu na Cruz e se faz daquele jeito por causa disso. E é tão respeitável quanto o pensamento científico. Agora quando você tem uma formação materialista e quando uma pessoa pra você e diz: eu sou católica, vou morrer, acho que vou passar uma temporada no purgatório e depois vou pro céu. Aí você fala tudo bem!  Se você acha que é assim tá bom! Aí vem outro e diz olha: eu sou, protestante e no meu ramo nós não acreditamos que existe purgatório e quando eu morrer eu vou pro céu direto. Aí vem o outro e diz eu sou espírita e na outra encarnação eu fui imperador de uma ilha grega. Aí você olha e diz tudo bem, se você acha que é imperador. Tudo bem! Aí vem outro. E você? Ah, eu não sou religioso. Como não é? Os religiosos são muito violentos com aqueles que não são religiosos. Essa é a realidade, especialmente para com os cientistas. Os religiosos quando assumiram o poder na história mandaram matar os cientistas.”

Veja o vídeo no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=nL4elCXoWyw&feature=related

 Respondendo ao Dr. Dráuzio:

A primeira afirmação foi:

”Que são pessoas que querem entender tudo o que se passa e saber porque e ter uma curiosidade de ir fundo em cada tema e ver o porquê aconteceu assim e mais por quês!! Pessoas que tem esse tipo de formação, dificilmente são religiosas.”

O Dr. Dráuzio Varella se engana nessa primeira afirmação, pois isso não se ensina na faculdade de Medicina.

Uma quantidade enorme de cientistas e de filósofos sempre acreditaram em Deus, e viveram a fé católica; até mesmo encontramos pessoas de Comunhão diária, como o pais da microbiologia, Dr. Louis de Pasteur, da Sorbonne. Muitos deles, defenderam as suas convicções religiosas publicamente.

Descartes e Galileu morreram como bons cristãos com todos os sacramentos; Leibniz escreveu uma obra denominada Teodicéia (“Justificação de Deus”) contra o ateísmo. Até mesmo Platão e Aristóteles, que viveram antes de Cristo, apresentaram inúmeras provas da existência de Deus, com argumentos puramente racionais. Isaac Newton, físico, e Kepler, astrônomo, foram cristãos que falavam de Deus nos seus escritos, sem receios. Mendel, o pai da genética, fez as suas experiências com ervilhas no mosteiro onde era abade; Nicolau Copérnico, astrônomo, era clérigo.

Vejam algumas palavras e citações tiradas do livro Ciência e Fé em harmonia do Prof. Dr. Felipe Aquino. Que por sinal também é cientista!

Isaac Newton (1642-1727), fundador da física clássica e descobridor da lei da gravidade:

 “A maravilhosa disposição e harmonia do universo só pode ter tido origem segundo o plano de um Ser que tudo sabe e tudo pode. Isto fica sendo a minha última e mais elevada descoberta”.

Alessandro Volta (1745-1827), físico italiano, descobridor da pilha elétrica e inventor, cujo nome deu origem ao termo voltagem:
“Submeti a um estudo profundo as verdades fundamentais da fé, e [...] deste modo encontrei eloqüentes testemunhos que tornam a religião acreditável a quem use apenas a sua razão”.

André Marie Ampère (1755-1836), físico e matemático francês, descobridor da lei fundamental da eletrodinâmica, cujo nome deu origem ao termo amperagem:
“A mais persuasiva demonstração da existência de Deus depreende-se da evidente harmonia daqueles meios que asseguram a ordem do universo e pelos quais os seres vivos encontram no seu organismo tudo aquilo de que precisam para a sua subsistência, a sua reprodução e o desenvolvimento das suas virtualidades físicas e espirituais”.

H. C. Oersted (1777-1851), físico dinamarquês, descobridor de uma das leis do Electromagnetismo:
“Cada análise profunda da Natureza conduz ao conhecimento de Deus”.

Karl Friedrich Gauss (1777-1855), alemão, considerado por muitos como o maior matemático de todos os tempos, também astrônomo e físico:
“Quando tocar a nossa última hora, teremos a indizível alegria de ver Aquele que em nosso trabalho apenas pudemos pressentir”.

Agustín-Louis Cauchy (1789-1857),

matemático francês, que desenvolveu o cálculo infinitesimal:
“Sou um cristão, isto é na creio na divindade de Cristo como Tycho Brahe, Copérnico, Descartes, Newton, Leibniz, Pascal [...], como todos os grandes astrônomos e matemáticos da Antigüidade”.

H. Madler (1794-1874), astrônomo alemão, autor do primeiro mapa selenográfico:
“Um cientista sério não pode negar a existência de Deus, pois quem, como ele, pode penetrar tão profundamente a Sua oficina e admirar a Sua Sabedoria, só pode ajoelhar-se perante a grandeza do Espírito Divino”.

James Prescott Joule (1818-1889), físico britânico, estudioso do calor, do eletromagnetismo e descobridor da lei que leva o seu nome:
“Nós topamos com uma grande variedade de fenômenos que [...] em linguagem inequívoca falam da sabedoria e da bendita mão do Grande Mestre das obras”.

William Thompson Kelvin (1824-1907), físico britânico, pai da termodinâmica e descobridor de muitas outras leis da natureza:
“Estamos cercados de assombrosos testemunhos de inteligência e benévolo planejamento; eles nos mostram através de toda a natureza a obra de uma vontade livre e ensinam-nos que todos os seres vivos são dependentes de um eterno Criador soberano.”

P. Sabatier (1854-1941), zoólogo alemão, Prêmio Nobel:
“Querer estabelecer contradições entre as Ciências Naturais e a religião, demonstra que não se conhece a fundo ou uma ou outra dessas disciplinas”.

Arthur Eddington (1882-1946), físico e astrônomo britânico:
“A física moderna leva-nos a necessariamente a Deus”.

Carl Gustav Jung (1875-1961), suíço, um dos fundadores da psicanálise:
“Entre todos os meus pacientes na segunda metade da vida, isto é, tendo mais de 35 anos, não houve um só cujo problema mais profundo não fosse constituído pela questão da sua atitude religiosa. Todos, em última instância, estavam doentes por terem perdido aquilo que uma religião viva sempre deu aos seus adeptos, e nenhum se curou realmente sem recobrar a atitude religiosa que lhe fosse própria”.

Werner Von Braun (1912-1977), físico alemão radicado nos Estados Unidos e naturalizado norte-americano, especialista em foguetes e principal diretor técnico dos programas da NASA (Explorer, Saturno e Apolo), que culminaram com a chegada do homem à lua:
“Não se pode de maneira nenhuma justificar a opinião, de vez em quando formulada, de que na época das viagens espaciais temos conhecimentos da natureza tais que já não precisamos crer em Deus. Somente uma renovada fé em Deus pode provocar a mudança que salve da catástrofe o nosso mundo. Ciência e religião são, pois, irmãs, e não pólos antitéticos”. “Quanto mais compreendemos a complexidade da estrutura atômica, a natureza da vida ou o caminho das galáxias, tanto mais encontramos razões novas para nos assombrarmos diante dos esplendores da criação divina”.

Será mesmo que os cientistas são ateus?…

Fr. Von Huene (1875-1969), geólogo e paleontológico alemão:
“Essa longa história da vida que aos poucos se vai erguendo em escala ascensional, é, precisamente, a história da criação do mundo dos viventes. É a ação de Deus que tudo planeja e concebe, dirige e sustenta”.

M. Hermann (1876-1962), Diretor do Instituto de Biologia Max Plank:
“Os resultados da mais desenvolvida ciência da natureza ou da Física não levantam a mínima objeção à fé num Poder que está por trás das forças naturais e que as rege. Tudo isto pode aparecer mesmo ao mais crítico pesquisador como uma grandiosa revelação da natureza, levando-o a crer numa todo-poderosa Sabedoria que se acha por trás desse mundo sábio”.

Friedrich Dessauer (1881-1963), alemão, biofísico e filósofo da Natureza, fundador da terapia das profundidades por meio de raios Roentgen e da Biologia dos quanta:
“O fato de que nos últimos setenta anos o curso das descobertas e invenções nos interpela poderosamente, significa que Deus o Criador nos fala mais alto e mais claro do que nunca mediante pesquisadores e inventores”. J. v. Liebib (1803-1873), químico alemão fundador da química agrícola:
“A grandeza e a sabedoria infinita do Criador só são acessíveis àquele que se esforça para ler os seus pensamentos nas entrelinhas do grande livro a que chamamos Natureza”.

Albert Eintein (1879-1955), físico judeu alemão, criador da teoria da relatividade, Prêmio Nobel 1921:
“Todo profundo pesquisador da natureza deve conceber uma espécie de sentimento religioso, pois ele não pode admitir que ele seja o primeiro a perceber os extraordinariamente belos conjuntos de seres que ele contempla. No universo, incompreensível como é, manifeste-se uma inteligência superior e ilimitada. A opinião corrente de que eu sou ateu, baseia-se sobre grande equívoco. Quem a quisesse depreender de minhas teorias científicas, não teria compreendido o meu pensamento”.

Edwin Couklin (1863-1952), biólogo norte-americano:
“Querer explicar pelo acaso a origem da vida sobre a terra é o mesmo que esperar que um dicionário completo possa ser o resultado da explosão de uma tipografia”.

Max Plank (1858-1947), físico, alemão, criador da teoria dos quanta, Prêmio Nobel 1928:
“Para onde quer que se dilate o nosso olhar, em parte alguma vemos contradição entre Ciências Naturais e Religião; antes, encontramos plena convergência nos pontos decisivos. Ciências Naturais e Religião não se excluem mutuamente, como hoje em dia muitos pensam e receiam, mas completam-se e apelam uma para a outra. Para o crente, Deus está no começo; para o físico, Deus está no ponto de chegada de toda a sua reflexão. (Gott steht für den Gläubigen em Anfang, fur den Phystker am Ende alles Denkens)”.

H. Spemann (1869-1941), zoólogo alemão, Prêmio Nobel 1935:
“Quero confessar que, durante as minhas pesquisas, muitas vezes tenho a impressão de estar num diálogo em que meu interlocutor me aparece como Aquele que é muito mais sábio. Diante desta extraordinária realidade … o pesquisador é sempre mais tomado por uma profunda e reverente admiração”.

J. Ambrose Fleming (1849-1945), físico britânico:
“A grande quantidade de descobertas modernas destruiu por completo o antigo materialismo. O universo apresenta-se hoje ao nosso olhar como um pensamento. Ora o pensamento supõe a existência de um pensador”.

Guglielmo Marconi (1874-1937), físico italiano, inventor da telegrafia sem fio, Prêmio Nobel 1909:
“Declaro com ufania que sou homem de fé. Creio no poder da oração. Creio nisto não só como fiel cristão, mas também como cientista”.

Thomas Alva Edison (1847-1931), inventor no campo da Física, com mais de 2.000 patentes:
“Tenho… enorme respeito e a mais elevada admiração por todos os engenheiros, especialmente pelo maior deles: Deus”.

Charles Darwin, famoso autor da teoria da evolução:
“Nunca neguei a existência de Deus. Creio que a teoria da evolução é plenamente conciliável com a fé em Deus. A impossibilidade de provar e compreender que o grandioso e imenso universo, assim como o homem, tiveram origem por acaso parece-me ser o argumento principal para a existência de Deus”.

J. V. Uexküll (1864 – 1944), biólogo alemão:
“Quem reconhece um plano, um objetivo, uma finalidade e uma intenção na Natureza, reconhece também a existência do Criador”.

Prof. Allan Sandage, durante toda a sua vida se aplicou à pesquisa dos astros:
“Foi a minha ciência que me levou à conclusão de que, o universo é demais complexo para poder ser explicado pela ciência. É somente por meio do sobrenatural que posso compreender o mistério da existência”.

Robert John Russell, fundou em 1981 o Centro de Teologia e Ciências Naturais no Graduate Theological Union em Berkeley, EUA:
“Em vez de solapar a fé e os valores espirituais, as descobertas cientificas oferecem-lhes suporte”.

Prof. John Palingharne, físico na Universidade de Cambridge, e que se tornou presbítero anglicano em 1982:
“Se alguém toma consciência de que as leis da natureza de­vem ser incrivelmente certeiras para produzir o universo que vemos, ve­rifica que o universo não teve origem por acaso, mas deve haver um projeto a regê-lo”.

Carl Feit, biólogo cancerologista da Yeshiva University de Nova loque:
“O fato de que a mente humana pode penetrar os mistérios do universo, significa que algo do ser humano está em harmonia com a mente de Deus”.

Profa. Jocelyn Bell Burnell, astrônoma, pesquisadora das estre­las ditas pulsars. Trabalha na Open University da Inglaterra e é membro da Sociedade Religiosa dos Amigos (Quakers):
“A falta de fé nos deixa sós e apavorados diante do futuro”. “A minha fé não me impede de cultivar a ciência em toda a amplidão dos hori­zontes científicos”.

Fred Hoyle, astrônomo britânico, outrora ateu:
“A existência de Deus pode ser provada com probabilidade matemática de 10 40000”.

Edward Mitchell, astronauta da Apolo 14, um dos primeiros homens a pisar na Lua, afirmou:
“O Universo é a verdadeira revelação da divindade, uma prova da ordem universal da existência de uma inteligência acima de tudo o que podemos compreender”.

B. Vollmert, biólogo alemão, afirmou:
“Atribuir o encadeamento das unidades da molécula de DNA ao acaso é uma hipótese absolutamente improvável (1/101000)”.

Este número ultrapassa em muito o imaginável. A ciência fala de uma quase impossibilidade quando se refere a 1/1050. Como termo de comparação: o número de átomos existente no cosmos é de 1083!”

“A probabilidade de se passar de um grau de evolução a outro superior por um crescimento casual é de 10-40 000.”

Por aqui já basta, mas tudo isso pra mostrar que a verdadeira ciência aproxima o homem de Deus.

Outra afirmação tola do Dr. Dráuzio:

“Por que ser religiosas implica em aceitar fatos sem nenhuma explicação. Por que eu devo fazer assim? Por que Jesus morreu na cruz. Pronto!”  

Que afirmação burra e absurda! Será que esse homem ler outra coisa além da medicina? Ora, a Igreja Católica criou o MÉTODO CIENTÍFICO. Foi ela que criou as primeiras universidades. E tudo isso pra quê? Pra aceitar as coisas sem explicação? Ora Dr. Dráuzio, não é porque você é um médico famoso que é necessário a gente escutar as suas besteiras ignorantes!

Outra bobagem do ignorante no assunto:

”E são mundos que não se comunicam. Não tem nenhuma comunicação, pois pra quem é religioso é impossível aceitar a vida de uma forma racional.”

É difícil aceitar o racional? Não existe nenhum padre que não tenha um curso superior em filosofia. Experimente pegar qualquer cardeal daquele do Vaticano e procure algum que não tenha doutorado!

Será que o Dr. Dráuzio já ouviu falar na PONTIFÍCIA ACADEMIA DAS CIÊNCIAS? Será que o racional Dr. Dráuzio Varella teria coragem de proferir esse mesmo discurso para esta academia? Esta academia é composta por 80 acadêmicos escolhidos sem nenhuma discriminação entre os mais ilustres cultores das ciências exatas e experimentais de vários países, destes, 24 são prêmios Nobel.

Veja a lista:

Accademici Nobel

 

1. ARBER Werner (Nobel in Physiology or Medicine, 1978)

2. BALTIMORE David (Nobel in Physiology or Medicine, 1975)

3. BECKER Gary S. (Nobel Prize in Economics, 1992)

4. BLOBEL Günter (Nobel Prize in Physiology or Medicine, 1999)

5. CIECHANOVER Aaron J.(Nobel in Chemistry, 2004)

6. COHEN TANNOUDJI Claude (Nobel in Physics, 1997)

7. CRUTZEN Paul J. (Nobel in Chemistry, 1995)

8. De DUVE Christian (Nobel in Physiology or Medicine, 1974)

9. EIGEN Manfred (Nobel in Chemistry, 1967)

10. HÄNSCH Theodor (Nobel in Physics, 2005)

11. KHORANA Har Gobind (Nobel in Physiology or Medicine, 1968)

12. Von KLITZING Klaus (Nobel in Physics, 1985)

13. LEVI MONTALCINI Rita (Nobel in Physiology or Medicine, 1986)

14. MOLINA Mario J. (Nobel in Chemistry, 1995)

15. MÖSSBAUER Rudolf L. (Nobel in Physics, 1961)

16. MURRAY Joseph E. (Nobel in Physiology or Medicine, 1990)

17. NIRENBERG Marshall W. (Nobel in Physiology or Medicine, 1968)

18. NOYORI Ryoji (Nobel in Chemistry, 2001)

19. PHILLIPS William D.(Nobel in Physics, 1997)

20. POLANYI John C. (Nobel in Chemistry, 1986)

21. RUBBIA Carlo (Nobel in Physics, 1984)

22. TOWNES Charles H.(Nobel in Physics, 1964)

23. YANG Chen Ning (Nobel in Physics, 1957)

24. ZEWAIL Ahmed H. (Nobel in Chemistry, 1999)

Então eu te pergunto Dr. Dráuzio Varella: Que outra Instituição tem tão alto grau de ciências? Como você pode dizer que há oposição entre a Ciência e a Fé?

O outro argumento foi:

“E ao contrário, pra quem uma formação materialista, que fica procurando na matérias as explicações todas, não conseguem entender o argumento religioso.”

Parece haver uma confusão nas palavras do Dr. Dráuzio. O que vem a ser formação materialista? Será que ele está usando essa palavra como sinônimo de formação científica? Pois se o significado for esse, já está provado nos textos acima que é conciliável sim o cientificismo com o pensamento religioso. Agora, será que ele usou esse termo “materialismo” pra se referir ao comunismo? Se for assim, tá explicado toda a sua posição preconceituosa e sofista!

É típico do materialismo marxista querer atribuir uma roupagem científica para achismos pessoais.

Com esse posicionamento o Dr. Dráuzio Varella, no meio científico, está mais sozinho do que imagina!

Então, neste assunto, será queo Dr. Dráuzio Varella é um ignorante? Responda você mesmo.

Veja a foto de alguns membros da Pontifícia Academia das Ciência

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Marcos Paulo

Publicado por: marcospauloteixeira | Dezembro 21, 2009

Por que a monstruosidade do Comunismo atrai tanto aos jovens?

POR QUE A MONSTRUOSIDADE DO COMUNISMO ATRAI TANTO AOS JOVENS?

Construtores da Terra do Nunca (prof. Olavo de Carvalho)

Publicado por: marcospauloteixeira | Dezembro 21, 2009

Comunismo e fraturas ideológicas explicam lenda contra Pio XII

Comunismo e fraturas ideológicas explicam lenda contra Pio XII

Entrevista com o diretor de L’Osservatore Romano

 CIDADE DO VATICANO, terça-feira 16 de junho de 2009 (ZENIT.org).- A “lenda negra” sobre o Papa Pio XII (Eugenio Pacelli), que o acusa de proximidade com o nazismo, tem duas causas, segundo o diretor de L’Osservatore Romano: a propaganda comunista e as divisões dentro da Igreja. Giovanni Maria Vian as expôs em uma entrevista concedida a Zenit por ocasião da publicação de um livro que ele coordenou, intitulado “Em defesa de Pio XII.

As razões da história” (In difesa di Pio XII. Le ragioni della storia). O livro foi apresentado na quarta-feira passada pelo cardeal secretário de Estado, Tarcisio Bertone, e pelos historiadores Giorgio Israel (Universidade de Roma La Sapienza), Paolo Mieli (Universidade de Milão, diretor em dois períodos do jornal Il Corriere della Sera) e Roberto Pertici (Universidade de Bérgamo). O diretor do jornal vaticano, historiador, não hesita em utilizar a expressão “lenda negra”, pois, de fato, o Papa Pacelli – que, ao morrer, em 1958, recebeu elogios unânimes pela obra desempenhada durante a 2ª Guerra Mundial – depois foi realmente “demonizado”.

Como foi possível uma mudança tão radical de sua imagem em poucos anos, mais ou menos a partir de 1963? Propaganda comunista Vian atribui esta campanha contra o Papa, em primeiro lugar, à propaganda comunista, que se intensificou na época da Guerra Fria. “A linha assumida nos anos do conflito pelo Papa e pela Santa Sé, contrária os totalitarismos, mas tradicionalmente neutra, foi, na prática, favorável à aliança contra Hitler e se caracterizou por um esforço humanitário sem precedentes que salvou muitíssimas vidas humanas”, observa. “Esta linha foi, de qualquer forma, anticomunista e por isso, já durante a guerra, o Papa começou a ser acusado pela propaganda soviética de cumplicidade com o nazismo e seus horrores.” O historiador considera que, “ainda que Eugenio Pacelli sempre tenha sido anticomunista, nunca pensou que o nazismo pudesse ser útil para deter o comunismo, muito pelo contrário”, e o prova com dados históricos. Em primeiro lugar, “apoiou, entre o outono de 1939 e a primavera de 1940, nos primeiros meses da guerra, a tentativa de golpe contra o regime de Hitler por parte de círculos militares alemães em contato com os britânicos”.

Em segundo lugar, Vian explica que, após o ataque da Alemanha à União Soviética, em meados de 1941, Pio XII em um primeiro momento se negou a que a Santa Sé se unisse à “cruzada” contra o comunismo – como era apresentada – e depois dedicou suas energias a superar a oposição de muitos católicos americanos à aliança dos Estados Unidos com a União Soviética contra o nazismo. A propaganda soviética, recorda o especialista, foi recolhida eficazmente pela peça teatral Der Stellvertreter (“O vigário”), de Rolf Hochhuth, representada pela primeira vez em Berlim, no dia 20 de fevereiro de 1963, em que se apresentava o silêncio como indiferença diante do extermínio de judeus. Já naquele então, constata Vian, denunciou-se que a obra teatral relança muitas das acusações de Mijail Markovich Scheinmann no livro Der Vatican im Zweiten Weltkrieg (“O Vaticano na 2ª Guerra Mundial”), publicado antes em russo pelo Instituto Histórico da Academia Soviética das Ciências, órgão de propaganda da ideologia comunista.

E uma nova prova da oposição de Pio XII ao nazismo é o fato de que os chefes do Terceiro Reich consideravam o Papa como um autêntico inimigo, segundo demonstram os documentos dos arquivos alemães, que não por acaso haviam sido fechados pela Alemanha comunista e que só puderam ser abertos e estudados recentemente, como mostra um artigo de Marco Ansaldo no jornal italiano La Repubblica, de 29 de março de 2007. O livro editado por Vian recolhe um texto do jornalista e historiador Paolo Mieli, um escrito póstumo de Saul Israel, biólogo, médico e escritor judeu, artigos de Andrea Riccardi, historiador e fundador da Comunidade de S. Egídio, dos arcebispos Rino Fisichella, presidente da Academia Pontifícia para a Vida, e Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, do cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado e, por último, uma homilia e dois discursos de Bento XVI, pronunciados em memória de Pio XII. Divisão eclesial Mas a “lenda negra” contra Pio XII também teve promotores dentro da Igreja, por causa da divisão entre progressistas e conservadores, que se acentuou durante e depois do Concílio Vaticano II, anunciado em 1959 e clausurado em 1965, afirma o diretor. “Seu sucessor, João XXIII – Angelo Giuseppe Roncalli –, foi logo apresentado como o ‘Papa Bom’ e, pouco a pouco, foi contraposto ao seu predecessor: pelo caráter e pelo estilo totalmente diferentes, mas também pela decisão inesperada e surpreendente de convocar um concílio.” As críticas católicas ao Papa Pacelli haviam sido precedidas, em 1939, pelos interrogantes do filósofo católico francês Emmanuel Mounier, quem repreendeu o “silêncio” do Papa diante da agressão italiana da Albânia. Pio XII foi criticado também por “ambientes de poloneses no exílio”, que jogavam na sua cara o silêncio frente à ocupação alemã. Deste modo, quando, a partir dos anos 60, aguçou-se na Igreja a polarização, os católicos que se opunham aos conservadores atacavam Pio XII, dado que ele era visto como um símbolo destes últimos, alimentando ou utilizando argumentos recolhidos da “lenda negra”. Justiça histórica O diretor de L’Osservtore Romano sublinha que seu livro não nasce de uma tentativa de defesa prejudicial do Papa, “pois Pio XII não tem necessidade de apologistas que não ajudam a esclarecer a questão histórica”.

No que se refere aos silêncios de Pio XII, não somente diante da perseguição judaica (denunciada sem grandes alardes, mas criticada de maneira inequívoca na mensagem natalina de 1942 e no discurso aos cardeais, de 2 de junho de 1943), mas também diante de outros crimes nazistas,o historiador destaca que esta linha de comportamento buscava que não se agravasse a situação das vítimas, enquanto o pontífice se mobilizava para ajudá-las nesta situação. “O próprio Pacelli se perguntou em várias ocasiões por esta atitude. Foi, portanto, uma opção consciente e dura para ele de buscar a salvação do maior número de vidas humanas ao invés de denunciar continuamente o mal com o risco real de que os horrores fossem maiores ainda”, explica Vian. No livro, Paolo Mieli, de origem judaica, afirma neste sentido: “Aceitar as acusações contra Pacelli implica em levar ao banco dos supostos culpáveis, com as mesmas acusações, Roosevelt e Churchill, acusando-os de não ter pronunciado palavras mais claras contra as perseguições antissemitas”. Recordando que membros da sua família morreram no Holocausto, Mieli disse literalmente: “Eu me oponho a responsabilizar da morte dos meus familiares uma pessoa que não tem responsabilidade”.

 O livro publica também um texto inédito de Saul Israel, escrito em 1944, quando, com os demais judeus, ele havia encontrado refúgio no convento de Santo Antônio, na Via Merulana de Roma. Seu filho, Giorgio Israel, que participou da apresentação do livro, acrescentou: “Não foi um ou outro convento ou um gesto de piedade para poucos; e ninguém pode pensar que toda esta solidariedade que as igrejas e conventos ofereceram ocorreu sem que o Papa soubesse, ou inclusive sem o seu consentimento. A lenda contra Pio XII é a mais absurda de todas as que circulam”. Muito além da “lenda negra” Vian explica, por último, que o livro que ele editou não pretende centrar-se na questão da “lenda negra”. Mais ainda, “meio século depois da morte de Pio XII (9 de outubro de 1958) e 70 aos após sua eleição (2 de março de 1939), parece criar-se um novo acordo historiográfico sobre a importância histórica da figura e do pontificado do Eugenio Pacelli”. O objetivo do livro é sobretudo contribuir para restituir à história e à memória dos católicos um Papa e um pontificado de importância capital em muitos aspectos que, na opinião pública, continuam sendo ofuscados pela polêmica suscitada pela “lenda negra”.

fonte: http://www.zenit.org/article-21888?l=portuguese

Publicado por: marcospauloteixeira | Dezembro 20, 2009

POR QUE OS PADRES NÃO SE CASAM?

POR QUE OS PADRES NÃO SE CASAM?

Por Marcos Paulo Teixeira

O celibato sacerdotal não é dogma de fé, ou seja,  não é lei divina, mas sim disciplina da Igreja para os sacerdotes do rito romano ocidental. Por este motivo muitos protestantes tem aproveitado o analfabetismo bíblico do povo para afirmar que a Bíblia é contra o celibato dos padres. Mas por que dentre os doze apóstolos de Jesus nove eram celibatários? Aliás, o próprio Cristo também era celibatário.

Então, vamos analisar o que as passagens bíblicas dizem a respeito do celibato.

1) Mt 19,12 – “Pois há homens incapazes para o casamento porque assim nasceram do ventre da mãe; há outros que assim foram feitos pelos homens, e há aqueles que assim se fizeram por amor do reino dos céus. Quem puder entender, que entenda“.

Não tradução da Bíblia Ave-Maria Lê-se: “Porque há eunucos que o são desde o ventre de suas mães, há eunucos tornados tias pelas mãos dos homens e há eunucos que a si mesmos se fizeram eunucos por amor do Reino dos Céus. Quem puder compreender, compreenda.”

Vejam as palavras do próprio Jesus. É um mistério não facilmente entendido pelas mentes desatentas, por isso Jesus afirma que nem todos podem compreender o motivo pelo qual alguns se fizeram eunucos por amor do reino dos Céus.

2) Mt 19,29 – E todo aquele que deixar casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou campos por amor de meu nome, receberá cem vezes mais e possuirá a vida eterna.” Aqui Jesus ainda é mais enfático ao dizer que aqueles que deixam a oportunidade de constituir uma família por amor as seu nome receberá cem vezes mais e possuirá a vida eterna, ou seja, o prêmio máximo que a bem-aventurança pode conceber a um ser humano.

3) 1 Cor 7, 7-8  – “Quisera que todos os homens fossem como eu; mas cada um tem de Deus a sua própria graça; este uma, aquele outra. Contudo, aos não-casados e às viúvas eu digo: é melhor para eles que permaneçam como eu.”  Aqui não São Paulo endossa o posicionamento de Cristo. Como todos sabem São Paulo era celibatário, e neste passagem Bíblica São Paulo deseja que todos os homens fossem como ele, ou seja, celibatário, mas como a humanidade precisa crescer e multiplicar-se, São Paulo reconhece que é necessário apenas para os ministros de Cristo manter-se celibatário.

4) 1 Cor 7,27 – “Estás ligado a mulher? Não procures a separação. Estás livre de mulher? Não procures mulher.” Aqui São Paulo dá dois conselhos, uma para que quem estiver casado não se separar (diferentemente dos protestantes que aceitam a separação) e o outro manter-se casto.

5) 1 Cor 7, 32-35 – “Eu vos quereria livres de cuidados. O celibatário cuida das coisas do Senhor, de como agradar ao Senhor. O casado deverá cuidar das coisas do mundo, de como agradar à sua mulher, e assim está dividido. A mulher não casada e a virgem só se preocupam com as coisas do Senhor, com ser  em corpo e em espírito. Porém a casada se preocupa com as coisas do mundo, como agradar ao marido. Isto vos digo para vossa conveniência, não para vos armar um laço, senão olhando ao que é melhor e ao que vos permite unir-vos mais ao Senhor, livres de impedimentos.”

É claro para São Paulo que aquele que é celibatário cuida melhor das coisas de Deus. O texto é auto-explicativo.

6) 1 Tim 3,2 – “o epíscopo tem o dever de ser irrepreensível, marido de uma só mulher, sóbrio, prudente, modesto, hospitaleiro, capaz de ensinar”.

Essa passagem em especial, os protestantes se apegam para tentar provar que o bispo (epíscopo) deve casar. Ora, São Paulo era celibatário e não poderia está obrigando Timótio a se casar. Aqui há uma recomendação para que Timótio tenha cuidado ao escolher novos Bispos, pois como naquela época a poligamia era comum, S. Paulo aconselha que se o candidato ao episcopado não puder se manter celibatário, como ele aconselhou nas passagens à Coríntios, que ele ao menos seja casado apenas uma vez. Ler versículos isolados tirando-os do seu contexto histórico, faz dos protestantes verdadeiros fundamentalistas.

7) Lc 18,28-30 – “Vê, nós abandonamos tudo e te seguimos”. Jesus respondeu: “Em verdade vos declaro, ninguém há que tenha abandonado, por amor do reino de Deus, sua casa, sua mulher, seus irmãos, seus pais, ou seus filhos, que não receba muito mais neste mundo, e no mundo vindouro a vida eterna”.

Vejamos mais uma vez São Paulo:

8 ) 1 Cor 7,1-7  – Agora, a respeito das coisas que me escrevestes. Penso que seria bom ao homem não tocar mulher alguma. Todavia, considerando o perigo da incontinência, cada um tenha uma mulher, e cada mulher tenha seu marido. O marido cumpra o seu dever para com a sua esposa e da mesma forma também a esposa o cumpra para com o marido. A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence ao seu marido. E da mesma forma o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa. Não vos recuseis um ao outro, a não ser de comum acordo, por algum tempo, para vos aplicardes a oração; e depois retornai novamente um para o outro, para que não vos tente satanás por vossa incontinência. Isto digo como concessão, não como ordem. Pois quereria que todos fossem como eu; mas cada um tem de Deus um dom particular, uns  este, outros aquele”.

Há quem diga que manter-se casto está além das forças humanas. Eis o que diz  São Paulo:

9) 1 Cor 10,13 – “Não vos sobreveio tentação alguma que ultrapasse as forças humanas. Deus é fiel: não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas com a tentação ele vos dará os meios de suportá-la e sairdes dela.”

O celibato  tem  uma tríplice dimensão, que poucos podem compreender:

a)      A dimensão Cristológica, onde o vocacionado querem imitar em tudo ao seu seu Senhor, que nunca casou;

b)      A dimensão Esclesiológica, pois há eunucos que se faz assim por amor ao Reino do Céus (cf. Mt 19,12);

c)      A dimensão Escatológica: “Eu vi ainda: o Cordeiro estava de pé no monte Sião, e perto dele cento e quarenta e quatro mil pessoas que traziam escritos na fronte o nome dele e o  nome de seu Pai. Ouvia, entretanto, um coro celeste semelhante ao ruído de muitas águas e ao ribombar de potente trovão. Esse coro que eu ouvia era ainda semelhante a músicos tocando as suas cítaras. Cantavam como que um cântico novo diante do trono, diante dos quatro Animais e dos Anciâos. Ninguém aprender este cântico, a não ser aqueles cento e quarenta e quatro mil que foram resgatados da terra. Estes são os que não se contaminaram com mulheres, pois são virgens. São eles que acompanham o Cordeiro por onde quer que vá; foram resgatados dentre os homens, como primícias oferecidas a Deus e ao Cordeiro. Em sua boca não se achou mentira, pois são irrepreensíveis.” (Apoc 14 , 1-8)

Muito profunda essa visão de são João. Vejam que os que acompanhavam o cordeiro (Cristo) eram os celibatários. Ora, então como um protestante pode contestar tal doutrina?

Há ainda aqueles que tentam argumentar com a passagem  1 Tim 4, 1ss: “O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas, de hipocrisia e impostores que, marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia, proíbem o casamento, assim como uso de alimentos que Deus criou…”

Usando essa passagem bíblica, os protestantes dizem que a Igreja católica é apóstata por incentivar o celibato. Ora, o mesmo que São Paulo que escreveu isso a Timótio exorta o celibato em inúmeras outras passagens bíblicas. Será que São Paulo é o apóstata ou será que há outra interpretação fundamentalista em jogo?

A Igreja Católica nunca proibiu o casamento, ao contrário dos protestantes, ela é a única instituição na qual o casamento é considerado sacramento e, portanto, sagrado. A livre adesão ao celibato é algo que foi proferido pela própria boca de Jesus (Mt 19,12),  logo a Igreja Católica cumpre fielmente os desígnios de Cristo.

Em 1Timóteo 4,3, longe de impugnar a disciplina católica do celibato sacerdotal, S. Paulo condena aquelas heresias (como as dos maniqueus e albigenses) que afirmavam que o casamento era mal porque o corpo era mal. Assim, Paulo não está advertindo Timóteo contra a disciplina católica, até porque ele mesmo a seguia.

São Paulo aconselha a  glorificar a Deus nos corpos. “ Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo.” (I Cor 6,20)

Com o tempo, a Igreja Católica foi percebendo que esta condição mais próxima de Cristo era também a mais eficaz para o trabalho de evangelização. De fato, um pai de família não tem o mesmo tempo para cuidar da messe que um solteiro. Sem falar em outras questões, como a necessidade de se deslocar de uma região para outra.

Neste sentido, é que em 303 d.C. o Concílio de Elvira (Espanha) recomenda o celibato como norma para os religiosos. Na verdade, o Concílio apenas foi de encontro a uma realidade que já se fazia presente na Igreja.

A Igreja encontrou na doutrina do celibato muitos valores espirituais, por isso a conserva com tanto amor. Lembro que os padres católicos romanos de outros ritos (maronita, melquita, ucraniano, copta, armeno, etc) podem casar antes da ordenação, como os nossos diáconos o fazem. Mas o interessante que as vocações ocidentais, onde o celibato é pré-requisito para o sacerdócio, são muito mais numerosas.

Um mundo tão pan-sexualizado e hedonista quanto o nosso não irá nunca compreender o sentido do celibato, da mesma forma que não entendem a indissolubilidade do matrimônio.

 Em muitos sites protestantes dizem que o celibato foi invenção da Igreja do Século IV e que não havia precedentes. Pura ignorância! Será que os apóstolos e os pais da Igreja do século I ao IV não são precedentes? A Bíblia, como foi exposto aqui neste artigo, e os livros históricos da Igreja Primitiva mostram a adesão dos santos apóstolos e dos santos da Igreja Primitiva pelo celibato.

Digamos que o celibato não fosse uma doutrina bíblica e que Jesus e nenhum dos apóstolos tenham falado em tal situação, ainda assim, a Igreja teria o poder de criar tal doutrina, pois o próprio Jesus garantiu a Pedro: “Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.” (Mt 16,19).

Termino esse texto com as sábias palavras de D. Henrique Soares (Bispo auxiliar de Aracajú) ao ser questionado se tem algum sentido manter o celibato dos padres diante de alguns padres infiéis: Mas, podem perguntar alguns: tem sentido manter a disciplina do celibato hoje, quando tantos padres não lhe são fiéis? Poderíamos também perguntar: tem sentido falar-e em fidelidade conjugal, se tantos esposos são infiéis? Tem sentido falar-se em honestidade na política se tantos políticos são desonestos? Como se pode ver, a pergunta é superficial e não tem muita importância para a Igreja…”

Em Cristo e em Maria Imaculada,

Marcos Paulo

http://marcospauloteixeira.wordpress.com

Publicado por: marcospauloteixeira | Dezembro 20, 2009

O sentido do Natal – D. Henrique Soares

Em poucas palavras, D. Henrique Soares mostra o verdadeiro sentido do Natal.

Publicado por: marcospauloteixeira | Dezembro 20, 2009

Ir. Roger, exemplo de amor ao próximo

 Ir. Roger, exemplo de amor ao próximo

Ir. Roger é fundador da comunidade de Teizé. Neste vídeo, o menino canta “Não há prova de maior de amor do que dar a vida por quem amamos..” Ir. Roger, era um protestante Calvinista tradicional europeu de profunda espiritualidade. Sua vida era marcada pelo desejo de união entre os cristãos. Foi assassinado em 2005!  Fica seu exemplo de mansidão.

Segundo D. Henrique Soares, Ir. Roger de coração foi se tornando católico, mas nunca abraçou oficialmente o catolicismo para não prejudicar a sua obra em prol do ecumenismo. Certamente, o Senhor o recompensará pelo amor que sempre demonstrou a Cristo e aos irmãos.

Veja que, diferentemente da maioria dos protestantes pentecostais brasileiros, o vídeo não mostra arrogância, calúnia, ódio e desprezo com a vivência do cristianismo tradicional.

Publicado por: marcospauloteixeira | Dezembro 20, 2009

OVÁRIOS DESTRUÍDOS: O FRACASO DAS VACINAS ANTICONCEPTIVAS

OVÁRIOS DESTRUÍDOS: O FRACASO DAS VACINAS ANTICONCEPTIVAS

Traduzido por Marcos Paulo Teixeira

Por Joan Robinson (Joan Robinson es una Investigadora de Population Research Institute) Disponível em http://www.lapop.org/content/view/308/1/

OVARIOS DESTRUIDOS: EL FRACASO DE LAS VACUNAS ANTICONCEPTIVAS

A Dra. Bonnie Dunbar, uma das principais investigadoras no campo da contracepção, deixou recentemente 30 anos de trabalho no desenvolvimento de uma vacina anticoncepcional, porque ela descobriu que o corpo da mulher se recusa a ir contra a sua própria reprodução. A Ciência, mais uma vez confirma a força inalterável de desenho físico do sexo feminino. Seja na área rural da China, na savana Africana ou no ocidente, os corpos das mulheres, especificamente a sua capacidade reprodutiva, estão sujeitas a ataques múltiplos.

Pílulas, adesivos e implantes, espermicidas, etc. são tentativas para parar o sistema da mulher em uma das suas e mais perfeitas e completa capacidades: dar existência a um ser humano, e assim continuar a sua espécie. Os anticonceptivos são, ao final das contas,uma introdução invasiva de material estranho no corpo da mulher que cancela o processo reprodutivo natural. O que a Dra. Bonnie Dunbar esperava desenvolver era uma vacina que poderia enganar o sistema imunológico feminino. Uma forma de combater as células-tronco, como se fossem vírus.

A vacina da Dra. Dunbar foi uma insidiosa tentativa de induzir o organismo a considerar a gravidez como uma doença. A motivação por trás de sua investigação sobre contraceptivos foi, naturalmente, o controle da população. “Passei mais de 20 anos no desenvolvimento de vacinas, as vacinas anticoncepcionais”, disse Dunbar, “porque na minha juventude, eu tinha uma visão de que talvez o resolvendo o problema eu poderia ajudar a população do mundo e dar às mulheres uma opção para controle de natalidade que não era invasivo para nosso corpo e sistemas e que não trouxessem efeitos colaterais que vemos agora em muitos outros métodos de controle de natalidade. Supõe-se que ela esperava que a imunidade da vacina à gravidez duraria vários anos, pelo menos e, assim, seria um método de controle mais efetivo da população nas nações em desenvolvimento.

A mentalidade dos promotores da pílula ou outros métodos anticoncepcionais requerem uma demasia participação e disciplina das mulheres para serem eficazes. Esses métodos de utilização de curto prazo e repetitivas (diárias, no caso de comprimidos), a taxa de abandono e insucesso do uso são muito elevados. Claro que é algo que eu nunca me incomodei em dizer em público. Entre os muitos sucessos de sua carreira longa e brilhante, a Dra. Dunbar fazia parte da equipe científica da Fundação “Harbor Branch” da Florida Atlantic University, da Smithsonian Institution e, no mínimo surpreendente, o Population Council, digamos a “Universidade” de Rockefeller. Ela recebeu vários prêmios por suas décadas de trabalho em vacinas anticoncepcionais, e em 1994 foi concedido pelo Instituto Nacional de Saúde “NIH (Instituto para a saúde pública em E.U.A.) como o” Primeiro Margaret Pittman Docente “(Primeira Professor Margaret Pittman). Ela é um membro fundador do The Biomedical África Central (Center of Biomedical África), no Quênia, onde ela vive atualmente. Ao longo dos anos, a Dra. Dunbar aconselhou a Organização Mundial da Saúde e da USAID em muitos projetos em países em desenvolvimento, incluindo China, Índia, América do Sul e África. (Não é coincidência que todas estas regiões serem os objetivos principais dos programas de controle de população das Nações Unidas).

Eu tive o prazer de conhecer a Dra. Dunbar recentemente, na Quarta Conferência Internacional Público sobre a vacinação. Ela chegou ao Quênia para apresentar os resultados de sua falha pesquisa da e fazer uma chamada surpreendente para uma reorientação de fundos que não HIV / AIDS e de pesquisa de vacinas anticoncepcionais, mas sim para as necessidades primárias de saúde dos africanos, naturalmente, para reduzir a população. Quando ela começou como um estudante de pós-graduação para desenvolver uma vacina anticoncepcional, Dra. Dunbar notou que muitas mulheres inférteis tinham anticorpos para a sua própria zona pelúcida. (A zona pelúcida é uma glicoproteína que envolve o óvulo ou ovo). Isto impedia o espermatozóide de penetrar e fertilizar o óvulo. Esta se tornou a base da hipótese de a pesquisa da Dra. Dunbar. “Durante anos”, explicou ela, “nós pensamos que se as mulheres eram inférteis por causa destes anticorpos, mas por outro lado, era perfeitamente saudável, então esta situação tornou-se um método eficaz de contracepção, que impedem a fecundação, sem aborto, nem interferir com o sistema endócrino. “esperava imitar esta desordem de fertilidade natural, para desenvolver uma resposta imunológica aos seus próprios óvulos em mulheres saudáveis. “Nossa intenção era desenvolver vacina auto-imunes,” disse a Dra. Dunbar, e claro, e sem nenhum efeito colateral.

 A maneira pela qual a Dra. Dunbar propôs a gerar auto-imunidade foi injetar em seus coelhos de laboratório, e não as suas próprias glicoproteínas da zona pelúcida (muito similar a outras proteínas que desempenham diversas funções no corpo do coelho), mas com proteínas de carne de porco. Estas últimas são estranhas o suficiente para “enganar o coelho a produzir anticorpos contra suas próprias proteínas” . E foi eficaz. Estas injeções causaram uma resposta auto-imune em coelhos inoculados. No entanto, houve uma grande dificuldade, que, curiosamente, no final, revelou-se insuperável. “Descobrimos que, quando nós imunizávamos completamente esses animais, destruíamos os seus ovários”, admitiu a Dra. Dunbar. “Infelizmente, não estávamos simplesmente interrompendo a fertilização, mas estávamos gerando toda uma doença auto-imune, também conhecida como falência ovariana prematura.” Ela testou a vacina em diversos animais, incluindo primatas, e descobriu que em todos os casos que a vacina causou a falha permanente auto-imune nos ovários.

Olhando as fotos desses ovários devastados, totalmente destruída pelo corpo feminino, a Dra. Dunbar tomou uma decisão. Agir com integridade, muitas vezes ausentes em investigadores da fertilidade, decidiu ser totalmente contra qualquer desenvolvimento desta vacina em seres humanos. “Ao declarar a morte desta vacina em pesquisas com seres humanos ainda mais”, disse Dunbar, “Eu vou ser responsável pela infelicidade de algumas pessoas na minha empresa de biotecnologia e algumass outras mais.” Agora, esta vacina anticoncepcional está sendo desenvolvido como um possível agente de esterilização não-cirúrgico para cães e gatos, e também é usado para selecionar a pequena população de elefantes africano. E, claro, no presente, não temos nenhuma objeção.

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