<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Marcospauloteixeira's Blog</title>
	<atom:link href="http://marcospauloteixeira.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://marcospauloteixeira.wordpress.com</link>
	<description>Just another WordPress.com weblog</description>
	<lastBuildDate>Sat, 28 Jan 2012 14:55:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='marcospauloteixeira.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Marcospauloteixeira's Blog</title>
		<link>http://marcospauloteixeira.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://marcospauloteixeira.wordpress.com/osd.xml" title="Marcospauloteixeira&#039;s Blog" />
	<atom:link rel='hub' href='http://marcospauloteixeira.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>A Verdadeira Juventude Católica guarda a Ortodoxia da Fé</title>
		<link>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/27/a-verdadeira-juventude-catolica-guarda-a-ortodoxia-da-fe/</link>
		<comments>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/27/a-verdadeira-juventude-catolica-guarda-a-ortodoxia-da-fe/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 10:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcospauloteixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Catolicismo]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcospauloteixeira.wordpress.com/?p=1275</guid>
		<description><![CDATA[A Verdadeira Juventude Católica guarda a Ortodoxia da Fé Por Marcos Paulo Teixeira Todos já sabem o que penso da Pastoral da Juventude. A bandeira, os cantos, as roupas, a liturgia&#8230; tudo puxa para o lado do esquerdismo &#8220;católico&#8221;. Paradoxo, pois a Igreja já condenou o comunismo há muito tempo (só os teólogos brasileiros que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1275&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A Verdadeira Juventude Católica guarda a Ortodoxia da Fé</span></h2>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Por Marcos Paulo Teixeira</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://marcospauloteixeira.files.wordpress.com/2012/01/orac3a7c3a3o.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1277" title="Oração" src="http://marcospauloteixeira.files.wordpress.com/2012/01/orac3a7c3a3o.jpg?w=500" alt=""   /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Todos já sabem o que penso da Pastoral da Juventude. A bandeira, os cantos, as roupas, a liturgia&#8230; tudo puxa para o lado do esquerdismo &#8220;católico&#8221;. Paradoxo, pois a Igreja já condenou o comunismo há muito tempo (só os teólogos brasileiros que não sabem disso), logo não há esquerdismo católico.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Só para refrescar a memória:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>PAPA PIO IX:</strong></span></p>
<h4 style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><em>“E, apoiando-se nos funestíssimos erros do comunismo e do socialismo, asseguram que a “sociedade doméstica tem sua razão de ser somente no direito civil” (Quanta Cura, 5).</em></span></h4>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>PAPA PIO X:</strong></span></p>
<h4 style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><em>“Se [Cristo] chamou junto de si, para os consolar, os aflitos e os sofredores, não foi para lhes pregar o anseio de uma igualdade quimérica” (Notre Charge Apostolique n. 38).</em></span></h4>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>JOÃO PAULO II:</strong></span></p>
<h4 style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><em>“Nesta luta contra um tal sistema (o capitalismo selvagem) não se veja, como modelo alternativo, o sistema socialista, que, de fato, não passa de um capitalismo de estado, mas uma sociedade do trabalho livre, da empresa e da participação” (no. 35)  </em><em>(Enc. Centesimus Annus, tópico 30 da ed. Paulinas)</em></span></h4>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><em>BENTO XVI</em></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><em>Os teólogos da libertação sublinham com força, diante do “falso universalismo”, a parcialidade e o caráter partidário da opção cristã; tomar partido é, segundo eles, requisito fundamental de uma correta hermenêutica dos testemunhos bíblicos.  (Discurso do Cardeal Joseph Ratzinger (18.03.1984), intitulado “Eu vos explico a Teologia da Libertação”)</em></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A Pastoral da Juventude é como o lado jovem das CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), que continuam a levar adiante uma teologia que não condiz com a tradição católica.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Ao abrir o site da PJ, li um texto de Dom Canísio Klaus do Rio Grande do Sul.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O texto traz como título &#8220;Juventude: muita reza, muita luta e muita festa!&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Não vou comentar todo o texto, quem quiser confira em <a href="http://www.pj.org.br/artigos.php?op=ExibeArtigo&amp;idArt=12"><span style="color:#000000;">http://www.pj.org.br/artigos.php?op=ExibeArtigo&amp;idArt=12</span></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Porém, gostaria de sublinhar esse parágrafo:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong><em>&#8220;Diferentemente do que ordinariamente se diz, a juventude reza. Ela não gosta de rezar do jeito dos adultos. Também não quer mais rezar do jeito das crianças. Mas os jovens procuram a oração. Eles recorrem à oração diante de desafios a serem enfrentados. Rezam sem muitos formulismos e são ecléticos. Se valem de elementos de várias religiões, sem se preocuparem com a ortodoxia da fé. Quando rezam em grupos, reúnem, sem nenhum escrúpulo, elementos das religiões orientais, cristãs, africanas e indígenas.&#8221;</em></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Em primeiro lugar essa frase não vale para os demais movimentos jovens da Igreja. A juventude fiel à tradição Católica tem a oração como prática comum e cotidiana das suas vidas. Não há preocupação de não parecer com os adultos, porque as práticas devocionais são para todos. São para os jovens a adoração ao Santíssimo Sacramento, as via-sacras, o Santo Terço, o Ofício da Imaculada Conceição etc&#8230; nós fazemos tudo isso como jovens que somos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Falando por mim, apenas quando participava dos encontros da PJ em Maceió não me sentia católico. Rezávamos como os índios, como africanos e como sei lá o quê. Como o Bispo bem falou aí no texto, é isso que acontece em tais encontros. Há um verdadeiro sincretismo religioso em nome de um ecumenismo mal interpretado, baseado numa visão modernista do Vaticano II. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Como já falei antes, não há problemas no texto do Concílio Vaticano II, o problema são essas pessoas mal intencionadas que acham que podem fazer com o concílio o mesmo que os protestantes fazem com a Bíblia, interpretam segundo as suas necessidades.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Senhor Bispo, a verdadeira juventude católica tem escrúpulo sim&#8230; não precisamos de elementos de outros religiões para fazer valer a nossa fé. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Para nós a verdade é imutável e a Tradição católica fundamental. Sabemos que o Catolicismo é uma religião revelada e que a verdade é uma só. Cristo só fundou uma Igreja e precisamos levar os valores da doutrina de Cristo para o mundo, e não o inverso.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Nós nos preocupamos SIM com a ortodoxia da fé!</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1275/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1275&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/27/a-verdadeira-juventude-catolica-guarda-a-ortodoxia-da-fe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1f05ac4aa5aa817a931ce406aa320bef?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Marcos Paulo Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://marcospauloteixeira.files.wordpress.com/2012/01/orac3a7c3a3o.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Oração</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>CATÓLICO NÃO PODE SER ESPÍRITA</title>
		<link>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/26/catolico-nao-pode-ser-espirita/</link>
		<comments>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/26/catolico-nao-pode-ser-espirita/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 20:34:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcospauloteixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcospauloteixeira.wordpress.com/?p=1271</guid>
		<description><![CDATA[CATÓLICO NÃO PODE SER ESPÍRITA Pe. Edvino A. Friderichs, S.J., em seu livro &#8220;Caixinha de Perguntas, sobre religião e superstições&#8221;, Gráfica Vicentina Ltda. &#8211; Editora, 1996, cita, nas páginas 54-60, as 40 razões, escritas por Frei Boaventura Kloppenburg, já falecido, e que foi um dos maiores teólogos católicos do Brasil, e também profundo conhecedor da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1271&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">CATÓLICO NÃO PODE SER ESPÍRITA</span></h2>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Pe. Edvino A. Friderichs, S.J., em seu livro &#8220;Caixinha de Perguntas, sobre religião e superstições&#8221;, Gráfica Vicentina Ltda. &#8211; Editora, 1996, cita, nas páginas 54-60, as 40 razões, escritas por Frei Boaventura Kloppenburg, já falecido, e que foi um dos maiores teólogos católicos do Brasil, e também profundo conhecedor da doutrina espírita, de o porquê um cristão católico não pode ser espírita. Leiamos, como cristãos católicos, cada uma das razões abaixo com calma, refletindo, para não nos deixarmos enganar pela falsa doutrina do espiritismo, que em si mesmo é anti-cristão.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> 1) O católico instruído sabe que o homem tem uma inteligência limitada e que Deus é infini­tamente sábio, podendo revelar-nos verdades que superam a nossa capacidade racional e por isso o católico admite a possibilidade do mistério e aceita tais verdades sempre que tem certeza de que fo­ram reveladas por Deus; o espírita proclama que absolutamente não há mistérios e tudo o que a mente humana não pode compreender, é falso e deve ser rejeitado.</span></p>
<p style="text-align:justify;"> 2) O católico instruído crê que Deus pode fa­zer e de fato fez milagres para comprovar Sua re­velação; o espírita rejeita a possibilidade do mila­gre e dogmatiza que também Deus deve obedecer às leis da natureza.</p>
<p style="text-align:justify;"> 3) O católico instruído crê que os livros da Sagrada Escritura foram inspirados por Deus e que, por isso, não podem ter erros em questões de fé e de moral; o espírita declara que a Bíblia está cheia de erros e contradições e que nunca foi ins­pirada por Deus.</p>
<p style="text-align:justify;"> 4) O católico instruído crê que Jesus enviou o Espírito Santo aos apóstolos e seus sucessores para que os ajudasse a transmitir e conservar fiel­mente as verdades divinamente reveladas; o espí­rita declara que os apóstolos e seus sucessores, o Papa e os Bispos, não entenderam os ensinamen­tos de Cristo e que tudo o que eles nos transmi­tiram, está errado e falsificado.</p>
<p style="text-align:justify;"> 5) O católico instruído crê que o Papa, suces­sor de São Pedro, é infalível sempre que com sua suprema autoridade, decide solenemente questões de fé ou moral; o espírita proclama que os Papas só espalharam o erro e a incredulidade.</p>
<p style="text-align:justify;"> 6) O católico instruído crê que Jesus instituiu uma Igreja com o fim de continuar através dos sé­culos Sua obra de santificação dos homens; o es­pírita declara que até a vinda de Allan Kardec a obra de Cristo estava perdida e inutilizada.</p>
<p style="text-align:justify;"> 7) O católico instruído crê que Jesus nos en­sinou todas as verdades religiosas necessárias e suficientes para a nossa eterna salvação; o espírita proclama que o espiritismo é a terceira revelação, destinada a retificar e mesmo a substituir o Evangelho de Cristo.</p>
<p style="text-align:justify;"> 8) O católico instruído crê que em Deus há uma só natureza e três pessoas, Pai, Filho, Espírito Santo; o espírita nega este augusto e fundamental mistério da Santíssima Trindade.</p>
<p style="text-align:justify;"> 9) O católico instruído crê que Deus é o Cria­dor de todas as coisas, realmente distinto do mun­do e um Ser Pessoal e Consciente; grande parte dos espíritas afirmam que Deus é a alma do mun­do e que os homens são partículas de Deus, pro­fessando assim um perfeito panteísmo.</p>
<p style="text-align:justify;"> 10) O católico instruído crê que Deus é libérrimo para criar ou não criar o mundo e fazê-lo como melhor lhe parece; muitos espíritas dogmatizam que Deus devia necessariamente desde toda eternidade criar e devia fazer todos os homens iguaizinhos.</p>
<p style="text-align:justify;"> 11) O católico instruído crê que Deus fez o mundo do nada, com o simples império de sua vontade onipotente; o espírita dogmatiza que o mundo, ou sempre existiu e apenas se aperfeiçoou, ou é uma emanação de Deus.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">12) O católico instruído crê que Deus criou a alma humana no momento de sua união com o corpo; o espírita dogmatiza que a nossa alma é o resultado de lenta e longa evolução, tendo passado pelo reino mineral, vegetal e animal.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">13) O católico instruído crê que Deus inter­veio diretamente na formação do primeiro homem; o espírita dogmatiza que o primeiro homem era um macaco evoluído.</span></p>
<p style="text-align:justify;"> <span style="color:#000000;">14) O católico instruído crê que o homem é uma composição substancial entre corpo e alma; o espírita dogmatiza que é um composto entre perispírito e alma e que o corpo é apenas um invólucro temporário, um &#8220;alambique para purificar o espí­rito&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"> 15) O católico instruído crê que a alma é um espírito sem matéria; o espírita dogmatiza que a alma &#8220;é a matéria quintessenciada&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">16) O católico instruído obedece a Deus que, sob penas severas, proibiu a evocação dos mortos; o espírita fez desta evocação uma nova religião.</span></p>
<p style="text-align:justify;"> <span style="color:#000000;">17) O católico instruído crê na existência de anjos, seres espirituais mais perfeitos que o ho­mem; o espírita dogmatiza que não há anjos, mas apenas espíritos mais evoluídos e que eram ho­mens.</span></p>
<p style="text-align:justify;"> 18) O católico instruído crê que uma parte dos anjos, os demônios, se revoltou contra Deus, sendo condenados ao inferno; o espírita dogmatiza que não há demônios, mas apenas espíritos imper­feitos, mas que alguma vez alcançarão a perfeição.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">19) O católico instruído crê que Jesus Cristo é verdadeiramente o Filho Unigênito de Deus, a se­gunda pessoa da Santíssima Trindade, Deus igual ao Pai e ao Espírito Santo; o espírita nega esta verdade fundamental da fé cristã e dogmatiza que Cristo era apenas um grande médium e nada mais.</span></p>
<p style="text-align:justify;"> <span style="color:#000000;">20) O católico instruído crê que Jesus fez ver­dadeiramente milagres para comprovar sua missão divina; o espírita nega as ressurreições e os outros milagres operados por Cristo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"> 21) O católico instruído crê que Jesus Cristo é também verdadeiro homem, com corpo real e alma humana; grande parte dos espíritas dogma­tiza que Cristo tinha apenas um corpo aparente ou fluídico.</p>
<p style="text-align:justify;"> 22) O católico instruído crê que Maria San­tíssima é Mãe de Deus, isto é, de Cristo que é Deus, e por isso imaculada, sempre virgem e assu­mida ao céu em corpo e alma; o espírita nega e ridiculariza todos os privilégios da excelsa Mãe de Jesus.</p>
<p style="text-align:justify;"> 23) O católico instruído crê que Cristo veio para salvar e remir a humanidade por sua vida, paixão e morte na cruz; o espírita dogmatiza que Jesus não é nosso redentor, mas apenas veio para ensinar algumas verdades e isso mesmo ainda de um modo obscuro e incerto e que cada um pre­cisa remir-se a si mesmo.</p>
<p style="text-align:justify;"> 24) O católico instruído crê que o filho de Adão nasce sem os dons da graça com que Deus adornara generosamente a natureza humana, isto é, que nascemos todos com o pecado original; o espírita dogmatiza que Deus assim seria injusto e por isso nega o pecado original.</p>
<p style="text-align:justify;"> 25) O católico instruído crê que Deus está sempre disposto a nos ajudar com a sua graça e seus favores; o espírita dogmatiza que Deus não pode conceder nem graças nem favores, mas tem que dar a todos exatamente o mesmo.</p>
<p style="text-align:justify;"> 26) O católico instruído crê que Deus pode perdoar os pecados ao pecador que a Ele se volta arrependido e contrito, com o propósito sincero de não tornar a pecar; o espírita dogmatiza que Deus não pode perdoar pecados sem que preceda rigoro­sa expiação e reparação feita pelo próprio pecador, em sempre novas encarnações.</p>
<p style="text-align:justify;"> 27) O católico instruído crê que a vida de pe­nitência e de oração e contemplação aperfeiçoa o homem; o espírita dogmatiza que a penitência vo­luntária e a contemplação nada valem perante Deus.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">28) O católico instruído crê que, em atenção aos superabundantes merecimentos de Cristo e me­diante os sacramentos por ele determinados e ins­tituídos, o homem pode ser elevado à ordem da vida sobrenatural, que nos torna filhos adotivos de Deus, templos vivos do Espírito Santo e herdeiros do céu; o espírita nega qualquer graça santificante e a vida sobrenatural.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> 29) O católico instruído crê que Jesus insti­tuiu sete sacramentos como meios por Ele determi­nados de santificação; o espírita nega toda eficácia sobrenatural dos sacramentos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> 30) O católico instruído crê que é pelo ba­tismo que o homem deve iniciar a sua santifica­ção; o espírita nega que Jesus mandou que se batizas­sem todos os homens para a remissão dos pecados e a infusão da vida sobrenatural.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> 31) O católico instruído crê que Jesus está verdadeiramente presente no Pão Eucarístico para ser o alimento da nossa vida sobrenatural; o espí­rita ridiculariza a Eucaristia como pura &#8220;panto­mina e palhaçada do catolicismo&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> 32) O católico instruído crê que a confissão é um meio determinado por Cristo para perdoar os pecados cometidos depois do batismo e de que sinceramente nos arrependemos; o espírita dogma­tiza que cada qual precisa reparar o mal por meio de novas reencarnações, sem o que Deus não pode perdoar pecados.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> 33) O católico instruído crê que o matrimô­nio é um sacramento instituído por Cristo para es­tabelecer uma santa e indissolúvel união entre o homem e a mulher; o espírita proclama que o ca­samento é solúvel e que o divórcio é uma lei na­tural.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> 34) O católico instruído crê que o homem vive uma só vez sobre a terra e que desta única exis­tência depende a vida eterna; o espírita dogmati­za que a gente nasce, vive e morre e renasce ainda e progride continuamente.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> 35) O católico instruído crê que depois da morte o homem deve comparecer perante Deus e prestar contas de sua vida; o espírita dogmatiza que este juízo particular é pura fantasia e imagi­nação.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> 36) O católico instruído crê na existência de um lugar e um estado chamado purgatório, onde se purificam as almas dos justos que morreram com pecados leves não arrependidos ou com casti­gos temporais não satisfeitos; o espírita decreta que este purgatório não existe, mas foi inventado pela Igreja para ganhar dinheiro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> 37) O católico instruído crê na existência do céu, estado e lugar da felicidade sem fim, para onde vão aqueles que morreram plenamente justifica­dos com Deus; o espírita ridiculariza e zomba des­te céu como de um lugar de &#8220;eterna e fastidiosa ociosidade&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> 38) O católico instruído crê que todo aquele que morrer impenitente e obstinado em pecado grave deliberada e voluntariamente cometido, será condenado ao inferno; o espírita dogmatiza que o inferno foi inventado para assustar crianças.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> 39) O católico instruído crê que no fim do mundo todos hão de ressuscitar com seus próprios corpos; o espírita dogmatiza que não pode haver ressurreição dos mortos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> 40) O católico instruído crê que no fim do mundo haverá um juízo final, presidido por Cristo; o espírita dogmatiza que Jesus não virá para julgar todos os homens.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> &#8221;Nesta altura, você escolhe para que lado quer ir; para o católico ou para o espírita. Agora você compreende porque o católico não pode ser espí­rita &#8220;Ninguém pode servir a dois Senhores&#8221; (Mt 6,24), disse Cristo.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> &#8221;Ser católico de manhã e espírita à tarde, man­dar rezar missa por um falecido e ir evocá-lo de­pois, freqüentar a Igreja e ir ao centro espírita ou de umbanda não dá, de jeito nenhum; seria que­rer servir a dois senhores, inimigos um do outro.&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Fonte: Friderichs, Edvino A., S.J. &#8211; &#8220;Caixinha de Perguntas, sobre religião e superstições&#8221;, Gráfica Vicentina Ltda. &#8211; Editora, 1996, [cf. páginas 54-60].</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Fonte do texto: <a href="http://www.padrechrystianshankar.com.br/novo/apologetica-defesa-da-fe/espiritismo/22-catolico-nao-pode-ser-espirita"><span style="color:#000000;">http://www.padrechrystianshankar.com.br/novo/apologetica-defesa-da-fe/espiritismo/22-catolico-nao-pode-ser-espirita</span></a> </span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1271/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1271&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/26/catolico-nao-pode-ser-espirita/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1f05ac4aa5aa817a931ce406aa320bef?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Marcos Paulo Teixeira</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A HISTÓRIA DA INQUISIÇÃO</title>
		<link>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/24/a-historia-da-inquisicao/</link>
		<comments>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/24/a-historia-da-inquisicao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 21:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcospauloteixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcospauloteixeira.wordpress.com/?p=1267</guid>
		<description><![CDATA[A HISTÓRIA DA INQUISIÇÃO Por Pe. W. Devivier, SJ Fonte: Curso de Apologética Cristã. Melhoramentos, São Paul0, 1925 Não deve o católico envergonhar-se de sua história, que é bela, que é grandiosa. Não deve ceder em face dos ataques dos que, ignorando de todo a nossa história, repetem e propagam &#8220;lendas negras&#8221;, criadas com o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1267&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A HISTÓRIA DA INQUISIÇÃO</span></h2>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Por Pe. W. Devivier, SJ</span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#0000ff;">Fonte: Curso de Apologética Cristã. Melhoramentos, São Paul0, 1925</span></h3>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><em>Não deve o católico envergonhar-se de sua história, que é bela, que é grandiosa. Não deve ceder em face dos ataques dos que, ignorando de todo a nossa história, repetem e propagam &#8220;lendas negras&#8221;, criadas com o fim declarado de subverter nossa Fé e nosso amor à Santa Madre Igreja. </em></span></h3>
<p style="text-align:justify;" align="left"><span style="color:#ff0000;"><em>Não deve deixar-se confundir dando ao mundo apóstata mais essa satisfação, acreditando em tantas calúnias e imposturas que circulam contra a Igreja.     </em></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="left"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;color:#000000;"><em>  </em></span><span style="color:#ff0000;"><em>Vários santos foram grandes inquisidores: S. João Capistrano, S. Domingos e S. Pio V, para citarmos apenas alguns. É a inquisição intrinsecamente má? O que é verdadeiro e o que é falso em tudo o que se tem dito a seu respeito? O texto abaixo, extraído do manual de Apologética do Pe. W. Devivier, recomendado nada mais nada menos por S. Pio X, responde a todas estas perguntas. </em></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="left"> <span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">   </span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">   </span><strong><span style="font-family:Verdana;font-size:medium;">A HISTÓRIA DA INQUISIÇÃO</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify">   <span style="color:#0000ff;"><em>RECOMENDAÇÃO DE SS. S. PIO X</em></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#0000ff;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><em> </em></span><em>quando Patriarca de Veneza</em></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="center"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;color:#0000ff;"><em>ao editor da tradução italiana desta obra</em></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#0000ff;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><em> </em></span><em>Muito me honra o seu pedido de eu juntar minha humilde voz a dos eminentes Prelados, que louvaram o <em>Curso d?Apologética Cristã do P. W. Devivier</em>.</em></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#0000ff;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><em> </em></span><em>Tal é, na verdade, o mérito desta obra que, onde quer que for conhecida será procurada pelos sacerdotes para relembrar as verdades aprendidas no seu curso dogmático. Eles a espalharão também nas famílias como resumo dessa teologia, que os leigos só podem estudar dum modo incompleto, mas que não podem ignorar para darem razão da sua fé a si e aos outros, defendendo-a contra as acusações suscitadas.</em></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;color:#0000ff;"><em> </em></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;color:#0000ff;"><em>Aprovo, pois, o juízo favorável dado por tantos homens distintos e acho até o elogio do tradutor inferior à mesma obra. Também quisera vê-la nas mãos dos jovens e homens de toda a condição, e mesmo nas mãos das senhoras, pois elas às vezes deixam de, nesta época de negligência em matéria de instrução religiosa, aprofundar as coisas da fé, e vivem num estado de dúvida, produzido pelas objeções, que não sabem resolver.</em></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#0000ff;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><em> </em></span><em>Regozijando-me do bem que fazeis, preparando esta 2ª edição italiana, faço votos para que esta obra seja conhecida e dada como lembrança da 1ª comunhão, como prêmio nas casas de educação, como de leitura nas famílias cristãs. Tenho para mim, que todos os que a leram, dirão, ao Senhor, confirmados na verdade religiosa: ?Vossos testemunhos são infinitamente dignos de fé?. (Ps. 92).  Eles reconhecerão também quanta perfídia há em outros livros, por demais espalhados, inimigos da religião, e reduzirão ao silêncio, com nobre franqueza, os que em conversas particulares ousam caluniar a Igreja em algum ponto&#8230;</em></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#0000ff;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><em> </em></span><em><span style="font-size:x-small;">Mantua, 20 de abril de 1894.</span></em></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="right"> <em>***</em></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;"> </span><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"> </span><strong>ALGUMAS DAS ACUSAÇÕES QUE SE FAZEM CONTRA A IGREJA</strong></span></p>
<h2 style="text-align:justify;" align="center"></h2>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;"> Nunca a Igreja, santa em seu Fundador e sempre pura na sua doutrina e na sua moral, deixou de encaminhar os seus filhos para a prática das mais belas e até das mais heróicas virtudes. E, por isso, não obstante as fraquezas da humanidade e a grande força das paixões, jamais deixou de haver entre os católicos uma grande multidão de santos, de apóstolos, de mártires, de homens de grande e nobre caráter, incapazes de baixezas e prontos a levar a cabo obras da mais elevada perfeição e da mais sublime caridade.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;"> </span><span style="font-family:Verdana;">Mas não deixa o cristão de ser um homem livre, e nem a graça do batismo, nem também a do sacerdócio aniquilam as propensões que o puxam para o mal. Mesmo no colégio apostólico houve quem atraiçoasse o divino Mestre. E no correr dos séculos houve sacerdotes, bispos e até Papas, que faltaram às obrigações do seu estado.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">E o que se segue daí? Que é falsa a sua doutrina? Mas nunca a esta doutrina nem à Igreja docente foi jamais concedido o privilégio da impecabilidade. Que ela seja impotente para produzir os frutos de virtudes, que ela própria preconiza? Ainda nos tempos mais corruptos contou entre seus filhos santos eminentes que conseguiram reagir contra a corrupção dominante e reformar a sociedade.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Em lugar, porém, de admirarem estes prodígios de virtude, operados pela graça sobrenatural num sem número de almas, apesar da impetuosidade das paixões, dão-se os inimigos do catolicismo, com grande afã, a rebuscar, através dos séculos, os abusos e faltas, necessariamente inerentes à frágil natureza humana, para delas fazerem o grande cavalo de batalha na sua guerra contra a religião e para perpetuamente as estarem lançando em rosto à Igreja. Para esses homens não tem importância alguma a obra de regeneração social que ela efetuou: nem eles atentam na luta incessante que ela tem de sustentar contra tudo quanto se opõe à lei divina. Os crimes de alguns celerados, que receberam o batismo, são o grande arsenal para estes farejadores de escândalos. Rebatamos, pois, já que é necessário, as principais acusações, que eles obstinadamente se empenham em assacar à Igreja de Jesus Cristo.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">***</span><span style="font-family:Verdana;"> </span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-family:Verdana;">A INQUISIÇÃO</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Chama-se Inquisição uma instituição destinada a fazer averiguações sobre as heresias e as reprimi-las; e, assim definida, tomou no decorrer dos tempos as três formas seguintes:</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">A Inquisição </span><em>episcopal</em><span style="font-family:Verdana;">, que existiu desde os primeiros tempos da Igreja e continua ainda existindo hoje em dia [Nota: o texto é anterior ao Concílio Vaticano II].</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">A Inquisição </span><em>pontifical</em><span style="font-family:Verdana;">, instituída por Gregório IX, pelos anos de 1231, contra os cátaros.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">A Inquisição </span><em>espanhola</em><span style="font-family:Verdana;">, estabelecida em 1478 pelos reis católicos, Fernando e Isabel, e ratificada por Sixto IV, destinada a exercer a vigilância primeiramente sobre os judeus relapsos do século XV, e depois sobre os mouros do século seguinte, e mais tarde a defender os povos das doutrinas heréticas.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">A Inquisição episcopal e a pontifical partem dos mesmos princípios e apresentam-se com os mesmos caracteres fundamentais, pelo que na nossa exposição as consideraremos como idênticas, sob a denominação comum de Inquisição eclesiástica.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Para a Inquisição espanhola reservamos um lugar especial, por ser uma instituição com um duplo aspecto, o civil e o eclesiástico; e por isso mesmo, de responsabilidades muito distintas.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-family:Verdana;">I ? Origem e natureza da Inquisição eclesiástica.</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><strong><em><span style="font-family:Verdana;">A</span></em><span style="font-family:Verdana;">. NOTÍCIA HISTÓRICA</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Durante toda a sua existência se considerou a Igreja obrigada a combater a heresia; e foi naturalmente aos bispos, encarregados de olharem pelo tesouro da fé, que ficou confiada esta missão de vigilância e das salutares admoestações, e, sendo necessário, de usar de repressão.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Nos começos do cristianismo eram as penas espirituais as que se empregavam, e especialmente a excomunhão; e bem duras eram, como é sabido, as penitências a que os excomungados se sujeitavam para alcançarem a reconciliação com a Igreja.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Da </span><em>legislação civil</em><span style="font-family:Verdana;"> é que depois vieram as penalidades temporais, aplicadas contra os hereges. Apenas se firmou a paz com a Igreja, começaram logo os imperadores cristãos a impor pelos seus códigos penas severas contra as heresias, equiparadas aos crimes de lesa majestade; e mais de uma vez chegaram os juízes imperiais a punir com a pena de morte os maniqueus, os donatistas e os prescillianistas. Não eram estes castigos pedidos pelos chefes da Igreja; e a maioria dos S. Padres, entre outros Santo Ambrósio, S. João Crisóstomo e S. Martinho, mostravam-se-lhes abertamente adversos. E Santo Agostinho, que ao princípio não queria contra os hereges senão as penas espirituais, mudou depois de parecer, ao reparar nas grandes desordens praticadas pelos donatistas na África, e admitia que se usasse com eles a luta </span><em>comedida</em><span style="font-family:Verdana;">, por meio de multas contra os hereges vulgares e do exílio contra os cabeças; mas protestou sempre contra a pena de morte, aplicada aos hereges. E foi este o sentir que adotaram a maioria dos Papas do Ocidente.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Também os bárbaros, depois que se converteram, consideraram a heresia como um crime social, que devia ser, como os demais, punido pela </span><em>autoridade civil</em><span style="font-family:Verdana;">; e assim, já muito entrada a Idade Média, não foram poucos os casos de hereges castigados pelos juízes civis com penas temporais, e até com pena de morte, depois de condenados pelos tribunais dos bispos. E por vezes nem o povo esperava pela condenação em regra, senão que se apoderava do delinqüente e lhe dava a morte; e os bispos, que geralmente seguiam o pensar de Santo Agostinho, protestavam contra tais violências e quanto possível as impediam.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Por fins do século XII começou a heresia dos cátaros a propagar-se com uma rapidez tão assustadora, que não só punha em risco a fé dos povos, mas também a ordem social constituída, o que obrigava os chefes da Igreja a, de combinação com os príncipes cristãos, tomarem uma série de precauções contra aqueles hereges, muito mais severas. Reuniu-se em 1148 um sínodo em Verona, para o que intervieram o Papa Lúcio III e o imperador Frederico Barbaroxa; e nele se ordenou aos bispos que por si ou por outrem fizessem vistorias pelos lugares suspeitos; e as decisões de Verona foram confirmadas pelos concílios de Avinhão, de Montpellier, de Tolosa e, sobretudo, pelo concílio ecumênico de Latrão (1215). Havia em cada freguesia pessoas de confiança, encarregadas de vigiar e de denunciar ao tribunal do bispo os que eram suspeitos de heresia. E os hereges, que fossem convencidos e condenados de heresia por este tribunal, ficavam incursos em várias penas, que eram aplicadas pelos </span><em>magistrados civis</em><span style="font-family:Verdana;">. Havia já por este tempo enviados especiais do Papa, encarregados de, coadjuvados pelos bispos, fazerem em determinadas regiões as devidas averiguações acerca da situação dos hereges; e entre eles distinguiu-se muito S. Domingos (1221); mas ainda a Inquisição se não apresenta sob a forma de uma instituição com organização própria; e é falso o dizer-se que S. Domingos fosse o primeiro dos inquisidores.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Não eram ainda estes meios dotados de suficiente eficácia. Muitos bispos, conjuntamente senhores temporais e chefes da Igreja, eram amigos ou aliados de famílias heréticas, sujeitas às pesquisas, e não tinham o zelo, que se requeria, ou não eram secundados pelos magistrados civis.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">O Papa Gregório IX (1227 ? 1241) é que, para atalhar a </span><em>perversidade herética</em><span style="font-family:Verdana;">, fundou a Inquisição, com o título de </span><em>Inquisitio hæreticæ pravitatis</em><span style="font-family:Verdana;">. O imperador Frederico II pouco se preocupava com os interesses da Igreja; mas como via os perigos das novas idéias anti-sociais e as desordens, com que os cátaros ameaçavam a paz dos seus estados, promulgou, a partir de 1220, uma série de constituições, que muito agravavam as penas pelo sínodo de Verona impostas aos hereges.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Era, porém, para temer que o poder civil tomasse o lugar do poder religioso em julgar pelos delitos que dependiam principalmente da alçada da Igreja, como eram os das heresias; e, para prevenir esta usurpação, tomou Gregório IX a dianteira; aprovou os estatutos imperiais e tratou de os pôr em prática nas cidades italianas. E para atalhar, sobretudo, qualquer ingerência dos magistrados civis nos processos de heresia e bem assim para acabar com a apatia dos empregados dos bispos, começou por enviar, a partir de 1231, a diversas regiões, um certo número dos seus delegados,</span><em> Inquisitores hæreticæ pravitatis, </em><span style="font-family:Verdana;">os quais de certo se deviam entender com os bispos para o desempenho da sua missão, mas que no entanto recebiam diretamente do Papa a sua jurisdição e que podiam formar tribunais estranhos aos dos bispos. A sua alçada estendia-se não já, como a dos bispos, a uma diocese, mas a regiões inteiras, como a Provença, a Lombardia, etc. Os magistrados civis eram obrigados a usar da força para a execução das condenações, e podiam mesmo ser constrangidos por meio da excomunhão.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Foi então que, propriamente falando, a Inquisição começou a desempenhar o seu papel por meio dos seus tribunais, distintos dos episcopais, com jurisdição diretamente recebida do Papa e com os rigores especiais no andamento dos processos, tomados, sobretudo, das leis de Frederico II. Foi a gerencia inquisitorial comumente confiada a religiosos mendicantes, e especialmente, ainda que não unicamente, aos religiosos dominicanos. Dedicavam-se estes religiosos a defender de um modo especial a santa Sé; eram mais alheios que os leigos às influências mundanas; e por isso estavam mais no caso de desempenharem melhor estas funções. A maior parte daqueles, cujas notícias biográficas conhecemos, eram, a juízo dos próprios adversários da Inquisição, homens de ciência e de probidade; e muitos deles sofreram o martírio no desempenho deste cargo, que lhes foi imposto pela Santa Sé, e mereceram as honras da canonização ou da beatificação.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Em quatro pontos principais se diferenciam os processos inquisitoriais dos outros usados nas dioceses. Os incriminados primeiramente não dispunham de advogado, porque logo este ficaria suspeito como fautor de heresia. Em segundo lugar os desqualificados perante os tribunais dos bispos (os antigos hereges, as pessoas de maus costumes ou os condenados por diversas causas) não eram refugados como testemunhas nestes tribunais; o acusado tinha, contudo, o direito de recusar os seus inimigos pessoais. Os nomes das testemunhas ficavam, em terceiro lugar, secretos para os acusados que assim tinham de defender-se contra acusações, cuja procedência eles ignoravam; fazia-se isto por precaução contra as represálias dos acusados ou dos seus amigos. E, enfim, a tortura não foi conhecida no foro episcopal; e só se introduziu nos processos inquisitoriais no ano de 1252.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Era esse processo muito rigoroso, pois que despojava os denunciados por heresia da maior parte das garantias, que nos tribunais da Igreja se concediam aos outros culpados. É, contudo, falso que os denunciados, levados ao tribunal da Inquisição, ficassem de todo entregues ao arbítrio dos seus julgadores. Não falando das penas espirituais e corporais impostas às falsas testemunhas, devia o inquisidor aconselhar-se com homens prudentes e instruídos, que tinham conhecimentos dos nomes dos acusadores e que os podiam refugar, e que eram comumente dignitários eclesiásticos e membros do foro diocesano, tidos como </span><em>boni viri</em><span style="font-family:Verdana;">. A sua influência foi aumentando com o tempo, de modo que se assemelharam depois aos que hoje chamamos jurados. Era aos acusados permitido aduzirem testemunhas que, sob juramento, abonassem a ortodoxia que se punha em dúvida. Não podia, enfim, o inquisidor dar a sentença sem primeiro ouvir o parecer do prelado diocesano; nem a tortura se podia aplicar senão </span><em>citra membri diminutionem et mortis periculum</em><span style="font-family:Verdana;">; e só foi empregada em casos extremos, os quais, segundo se averiguou, foram realmente muito raros. E, demais disto, facultava-se sempre a apelação para o Papa.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Os acusados, convictos ou pelo menos gravemente suspeitos de heresia, a quem os inquisidores encontravam nas suas viagens, eram encarcerados ou ficavam sob a fiança em liberdade, até a sentença solene ou auto de fé. Não era este </span><em>auto da fé</em><span style="font-family:Verdana;">, como muitos supõem, o suplício dos hereges, pois que somente consistia na abjuração solene e pública daqueles hereges, que queriam entrar na Igreja, e que depois de imposta uma penitência, eram absolvidos das censuras. Na mesma cerimônia eram anunciadas as penas impostas aos hereges que se recusavam a abjurar os seus erros.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">As principais penas impostas pelos inquisidores eram as multas, as contribuições para obras pias, as peregrinações, o servir na cruzada durante um certo tempo, o trazer no fato umas cruzinhas, que perante os fiéis assinalassem o herege arrependido ou absolto, e a flagelação em determinadas ocasiões. As penas maiores, reservadas aos hereges obstinados ou pouco sinceros e pouco sólidos na sua conversão, eram o cárcere durante um certo tempo ou por toda a vida, a confiscação dos bens em proveito do fisco e a entrega deles ao braço secular. Esta última pena, que tinha como resultado para o condenado o suplício de fogo, só era imposta aos obstinados e principalmente aos relapsos. No fim do auto de fé era o condenado levado para fora da Igreja, para um estrado levantado na praça pública, e lá o entregavam aos oficiais civis. O seu suplício só se efetuava no dia imediato, para que o condenado pudesse ainda reconsiderar e entrar em si, pela noite adiante. Se durante a fogueira fizesse a abjuração dos seus erros, era devolvido à Inquisição, e assim se livrava da morte; exceto se fossem relapsos, porque na segunda abjuração não escapavam ao fogo.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Estes suplícios foram em França, por exemplo, relativamente raros, sendo, como diz Vacandard, ?a percentagem dos condenados à morte, de um para treze no tribunal de Pamiers, e de um por vinte dois ou vinte três no de Tolosa?.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">As penas pecuniárias ou a prisão podiam sempre ser ou mitigadas ou suprimidas pelo inquisidor, quando este julgasse as disposições do delinqüente merecedoras deste favor. Conquanto o campo de ação da Inquisição fosse dilatado, nunca, contudo, abrangeu a toda a cristandade e nem sequer a todos os países latinos. Quase não exerceu a sua influência, por exemplo, nos países escandinavos; e, se algo influiu na Inglaterra, foi só a propósito da questão dos templários e nunca mais. Em Castella e Portugal não foi conhecida antes dos reis católicos Fernando e Isabel (I). Em França quase não funcionou, ao menos seguidamente, senão nas regiões meridionais, no chamado condado de Tolosa e mais tarde no Languedoc. Houve tribunais permanentes no reino de Aragão, nas duas Sicílias e em muitas cidades da Itália e da Alemanha, tornando-se no século XVI notável a atividade deles em Flandres e na Boêmia. Por ocasião do grande cisma perdeu a Inquisição em França a sua influência, a qual passou para os Parlamentos, que pouco a pouco se tornaram o tribunal supremo para todas as questões religiosas. Foi com o Parlamento que os huguenotes tiveram que haver-se; e não puderam com isso dar-se os parabéns.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><strong><em><span style="font-family:Verdana;">B</span></em></strong><span style="font-family:Verdana;"><strong>. JUÍZO CRÍTICO</strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Prestou-se a Inquisição eclesiástica, de que acabamos de falar, a atos dignos de censura, como geralmente acontece com as instituições humanas. Tornaram-se verdadeiras iniqüidades certos processos, como o dos templários, no reinado de Filipe o Belo, ou o de Joana d?Arc. Foram tais as queixas que houve, sobretudo por causa das violências praticadas pelos inquisidores de Carcassona, que chegaram a Roma e causaram muito desgosto ao Papa Clemente V, que, em 1306, nomeou uma comissão composta de vários cardeais para irem àquela região a averiguar o que havia de verdade nestas queixas; e tais foram os abusos que observaram nos processos, e tais os maus tratos usados com os encarcerados que tiveram de reformar muitos abusos e despediram todo o pessoal inquisitorial de Carcassona. Muito para lastimar foram também as proezas de um Conrado de Marburgo na Alemanha e de um Roberto de Bougre em Champagne. Bastariam só as muitas cartas dos Papas aos inquisidores a relembrar-lhes as suas responsabilidades, para demonstrar que realmente vários deles e, sobretudo, os seus subalternos tinham incorrido em culpas graves. E o que é mais para notar é que, observa Vacandard, ?quando os inquisidores tinham de contar com os soberanos ou com a política, é que os inquisidores se achavam em maior perigo de incorrerem em maiores excessos?. ?A parte que o poder civil tomou nos processos dos hereges, diz ele noutro lugar, não foi em favor dos processados, senão muito pelo contrário; e até parece que quanto mais o Estado exercia pressão sobre os tribunais eclesiásticos, mais o processo corria o risco de descambar nas arbitrariedades?.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Pode realmente e deve um católico censurar os excessos, por vezes graves, de certos membros ou clérigos ou leigos dos tribunais da Inquisição; mas praticar-se-ia um grande agravo contra ela, se lhe imputassem os abusos de que alguns dos seus membros se tornaram culpados. Quando é que entre os homens deixou de haver abusos?</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Para, por outra parte, se fazer um juízo reto acerca das formalidades e procedimento da Inquisição medieval é mister saber-se contra que espécie de gente ela tinha que haver-se, para assim usar de uns rigores até então desusados nos tribunais eclesiásticos. Houve de, com efeito, os empregar contra os cátaros, sectários ferozes, que renovavam o dualismo dos maniqueus, e que, como estes, admitiam um eterno antagonismo entre o bem e o mal, e que por isso abalavam não só os dogmas e a moral da Igreja, mas também com a mesma paixão e furor arruinavam a </span><em>ordem social</em><span style="font-family:Verdana;">. Era o catarismo uma heresia </span><em>radical</em><span style="font-family:Verdana;"> e juntamente uma revolução também radical. Pelos seus anátemas insensatos contra a matéria e a carne, emanações do Mal, condenava toda a propriedade, rejeitava o matrimônio e rematava em puro e execrando pessimismo. Para se poder compreender o perigo social, que esta heresia, grandemente contagiosa, consigo trazia, bastará aduzir aqui o testemunho de um historiador que, não há muito, ousou apresentar-se como apologista dele, Henrique Carlos Lea. ?Confessamos, afirma ele, que em tais circunstâncias a causa da ortodoxia e a da civilização e progresso iam a par uma com a outra. Não há dúvida que, se o catarismo chegasse a dominar ou mesmo só a ombrear com o catolicismo, a sua influência houvera sido desastrosa?. Não menos significativo é o parecer de um escritor, que nem por sombra ousaríamos equipar àquele infeliz polemista americano, mas que também não pode ser suspeito de parcialidade para com a Igreja. ?Nem sempre, diz este escritor, Paulo Sabatier, o Papado esteve ao lado da reação e do obscurantismo; quando ele, por exemplo, deu cabo dos cátaros, a vitória dela foi a vitória do bom senso e da razão?. [1]</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Seria do mesmo modo uma falta de equidade o não se terem presentes, ao falar-se da Inquisição, as idéias, ou como hoje se diz, a mentalidade dos tribunais civis da Idade Média, quanto à repressão dos delitos e dos crimes. As garantias indispensáveis aos processados e os direitos de defesa eram excessivamente menosprezados. Ainda em pleno século XVI ?por toda a parte dominava a diversidade, a incerteza e a arbitrariedade nos tramites do foro, diz Poullet; o acusado ficava privado da garantia da publicidade, que se requer nos debates judiciais; e o juiz podia, querendo, recusar o advogado ao acusado; e este nem podia assistir ao interrogatório das testemunhas?. A tortura estava em voga na maioria dos tribunais europeus, e continuou ainda por muito tempo, depois de os tribunais inquisitoriais a terem abolido. E o mesmo se diga da escolha das penas impostas aos culpados. ?Basta atentar, diz Lea, nas atrocidades da legislação criminal da Idade Média, para se ver quanta falta faziam os sentimentos de piedade nos homens de então. Esmagar sob a roda, meter em água fervente, queimar vivo, enterrar vivo, escorchar vivo, esquartejar vivo, eram os meios ordinários admitidos pelos criminalistas daqueles tempos para impedir as recaídas nos mesmos crimes, e para com estes exemplos meter medo às multidões, bastante refratárias aos sentimentos de humanidade?. E tais rigores eram desconhecidos dos tribunais ordinários da Igreja, isto é, no foro diocesano; nos tribunais da Inquisição, porém, em razão da gravidade maior dos perigos, empregavam-se alguns dos castigos tomados da legislação civil, os quais ou desapareceram ou se foram atenuando à medida que iam desaparecendo os perigos, que davam ocasião a se fazer uso deles.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-family:Verdana;">II ? Origem e natureza da Inquisição Espanhola.</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><strong><em><span style="font-family:Verdana;">A</span></em><span style="font-family:Verdana;">. NOTÍCIA HISTÓRICA</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Foi a Inquisição espanhola fundada por fins do século XV, afim de atalhar os males do judaísmo, que fazia afluir à nação um grande número de judeus só aparentemente convertidos ou judeus relapsos. Foi a introdução da Inquisição em Espanha o penúltimo ato de um drama que, havia séculos, se vinha desenrolando e que devia terminar em 1492 pela expulsão dos judeus da Península.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Tinham eles já grande influencia durante o governo dos reis visigodos; e foram eles que abriram as portas da Espanha aos mouros; e sob o domínio dos Ommeiadas gozaram de uma prosperidade, a que só no século XII os Almohades conseguiram por termo. Voltando novamente a Castela, puderam reaver a sua influencia dominadora. O seu sistema de comércio e as grandes usuras, que exigiam, foram a causa de ruína para muitas fortunas. Assacavam-lhes além disto crimes horrendos, assim como também maior facilidade para reproduzirem e propagarem a peste negra, que nos fins do século XIV infestou grandemente os povos; com o que se suscitaram contra eles inúmeras perseguições, sob o peso das quais se viram obrigados a optar ou pelo batismo ou pela morte.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Um grande número deles abraçaram sinceramente o cristianismo, movidos pelas pregações de varões apostólicos e mormente de S. Vicente Ferrer, que desde 1412 se deu à evangelização deles; mas, a par desses verdadeiros prosélitos, havia uma grande multidão de falsos convertidos, que só de nome eram cristãos. Estes judeus, disfarçados de cristãos, diz Maranos, continuavam com as suas práticas supersticiosas, conseguiram meter-se por toda a parte, e trabalhavam com as suas riquezas e influência por implantar o judaísmo em terras de Espanha e por nelas destruir a religião cristã. E estes é que, depois de terem escalado os mais altos postos do Estado, se mostram mais intolerantes com os seus irmãos convertidos, que, como era de esperar, se tornaram judeus relapsos.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Impunha-se, portanto, a instituição de um tribunal, que pusesse cobro às vinganças populares e que servisse a Espanha de defesa contra um inimigo que comprometia a própria existência nacional.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">E assim é que foi a Inquisição considerada como o remédio mais eficaz para a triste situação da Espanha; e porque ela por esse tempo tinha perdido toda a sua importância neste país, resolveram os Reis Católicos Fernando e Isabel restabelece-la em seus Estados, posto que sobre novas bases.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Precisava-se para isto a autorização da Santa Sé, a qual o Papa Sixto V concedeu por breve de 1° de novembro de 1478. ?Foram dados plenos poderes a Fernando e a Isabel para nomearem dois ou três inquisidores, arcebispos, bispos ou outros dignitários eclesiásticos, abonados pela sua prudência e virtudes, padres seculares ou religiosos, de quarenta anos pelo menos, de costumes irrepreensíveis, lentes ou bacharéis em Teologia, doutores ou licenciados em direito canônico, ou reconhecidos como aptos depois de se sujeitarem a um exame especial?. Delegava o Papa nestes inquisidores a jurisdição necessária para, em conformidade com o direito e as normas de costume, instaurarem processo aos culpados, e concedia aos soberanos espanhóis o poder de os destituírem e de nomearem outros para o seu lugar. Assim se expressa Llorent na sua </span><em>História Crítica da Inquisição Espanhola</em><span style="font-family:Verdana;">. [2]</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Antes de se empregarem os meios de rigor procurou-se ainda, a pedido da rainha Isabel, chamar ao bom caminho os transviados, por meio de pregações e de outros modos brandos, mas todos foram baldados; a obstinação desta gente frustrou mais esta tentativa. Não restava, pois, aos soberanos senão o uso de meios mais enérgicos; e por isso é que, em virtude da bula do Papa, nomearam a 17 de setembro de 1480, a Miguel Morillos e a João Martins como inquisidores para a cidade e diocese de Sevilha e como seu adjuntos dois padres seculares. Começou logo o tribunal a funcionar e os judaisantes obstinados foram entregues ao braço secular. Uma peça importante veio, porém, acrescentar-se à engrenagem deste tribunal, a do inquisidor-mór. Confiou Sixto V este cargo, em 1483, ao dominicano Tomaz de Torquemada, depois de lhe haver designado as atribuições. Foi mais, associado a este cargo de inquisidor-mór, o conselho da Inquisição, com o fim de principalmente se dar andamento às apelações, sendo Torquemada quem instalou este tribunal, em virtude dos poderes, que do Papa recebera, para delegar a sua autoridade.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Um fato importante registra-se aqui para bem se caracterizar a Inquisição Espanhola; e vem a ser que ?assim como foi o Papa que, como cabeça da Igreja, tinha autorizado a nomeação dos primeiros inquisidores, assim foi também ele, quem por um ato importante fixou pela primeira vez as normas que a nova instituição devia observar?. Afim de, com efeito, suprimir as demasiado freqüentes apelações para a corte de Roma, que de ordinário não passavam de uns pretextos, destinados a dificultar os tramites de Sevilha como juiz de apelação e como representante seu nas causas submetidas à Inquisição.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><strong><em><span style="font-family:Verdana;">B</span></em><span style="font-family:Verdana;">.</span></strong><span style="font-family:Verdana;"> <strong>NATUREZA DA INQUISIÇÃO ESPANHOLA</strong></span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><em><span style="font-family:Verdana;">Seu duplo elemento</span></em><span style="font-family:Verdana;">. Alguns autores, como de Maistre, Banke, Hefele, Hergenroether, Knoepfler, procuraram apresentar a Inquisição Espanhola como uma instituição puramente política, e como uma fundação do Estado, estranha à ação da Igreja. O espanhol Rodrigo demonstrou, na sua <em>Historia verd. da Inquisição</em>, ser semelhante asserção insustentável. ?Os tribunais do Santo Ofício, diz ele, eram tribunais eclesiásticos, tanto em relação às causas, sobre que tinham de julgar, como em relação à autoridade, de que gozavam. Se, porém, se olhar à delegação, que pela coroa era dada aos juízes, pode muito bem dizer-se que estes tribunais tinham um caráter misto?, isto é, a Inquisição Espanhola era um tribunal eclesiástico, mas tinha poderes, que lhe eram conferidos pela autoridade real.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Eram os membros do conselho da Inquisição funcionários do Estado e nomeados pelo rei, ainda que eram escolhidos dentre os propostos pelo inquisidor-mór; e, como tais, recebiam naturalmente do rei a jurisdição </span><em>secular</em><span style="font-family:Verdana;">; mas não tinham poder algum </span><em>espiritual</em><span style="font-family:Verdana;">, sem que antes fossem investidos deste poder pelo delegado do Papa. [3]</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Apresenta-se-nos, pois, a Inquisição Espanhola como uma instituição de natureza </span><em>mista</em><span style="font-family:Verdana;">, em que o elemento religioso conserva uma preponderância bem marcada. E o fato de os juizes eclesiásticos entregarem os réus ao </span><em>braço secular</em><span style="font-family:Verdana;">, vem a confirmar esta asserção; porquanto, como se explicaria este procedimento, se a Inquisição espanhola fosse apenas uma instituição do Estado ou um tribunal real? Um tribunal, que tem por costume ordinário e incessante, entregar os culpados ao tribunal secular, não é em si uma corporação secular, a não ser que este epíteto se tome uma acepção inteiramente diversa da que ordinariamente tem. Se, pelo contrário, se admite o caráter especialmente religioso deste tribunal, já facilmente se explica o recusarem-se os juízes deste tribunal a porem em execução as sentenças de pena capital, e o implorarem estes a clemência do poder secular em prol dos condenados, o que, como é sabido, foi uma norma usada em todos os tribunais eclesiásticos e preceituada pelo direito canônico.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">OBSERVAÇÕES: A má sorte da Inquisição Espanhola esteve em que teve de haver-se com homens que se tinham feito cristãos à força e que, como relapsos, tão infiéis a Cristo como a Moisés, constituíam um contínuo perigo para a sociedade cristã.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Outro grande mal para a Inquisição espanhola foi a sua demasiada dependência da coroa. Recebia certamente o Santo Ofício do Papa, a sua jurisdição e as normas, em si muito comedidas; mas estava muito influenciada pela coroa, pelo que estava em contínuo perigo de se tornar uma máquina do Estado, um </span><em>instrumentum regni</em><span style="font-family:Verdana;">. E foi o que infelizmente aconteceu, não obstante a oposição dos Papas, que sempre encontravam grandes dificuldades mesmo em salvaguardar os seus direitos de apelação, que viram os seus breves desfavoráveis à Inquisição sonegados (1509); e a excomungar os inquisidores de Toledo. E outros, como Pio V, só com muito custo puderam avocar a si as causas, que só deles dependiam, como aconteceu com a do infeliz arcebispo de Toledo, Bartolomeu de Carranzas.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-family:Verdana;">III &#8211; Legitimidade, por principio e por direito, da Inquisição.</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Exposta assim a história da Inquisição eclesiástica, e da mista, peculiar à Espanha, só nos resta agora resolver a questão de princípio e do direito, em que ela se funda. Será realmente justa a repressão das heresias, e até por meio de penas temporais, se se julgarem necessárias? Será ela de fato legítima tanto por parte da Igreja como por parte do Estado?</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><em><span style="font-family:Verdana;">Que seja legítima</span></em><span style="font-family:Verdana;"> por parte da Igreja, não pode haver dúvida alguma para um católico, pois que todo os Papas e concílios, os santos e doutores e a Escritura com a Tradição, são concordes em afirmar que a Igreja tem o direito e o dever de olhar pela pureza da fé, e de punir, até com penas temporais, aqueles dos seus filhos, que se apartarem da verdade e que por seus exemplos se tornarem pedra de escândalo para os seus irmãos [4]. Este direito inalienável, que lhe vem dos poderes que Jesus Cristo lhe concedeu, sempre o exerceu a Igreja, a qual olhou sempre os crimes de heresia, de apostasia e de sacrilégio como tão dignos de castigo como os atentados contra a propriedade, a honra e a vida do próximo.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">São esta </span><em>doutrina</em><span style="font-family:Verdana;"> e estes procedimentos da Igreja inteiramente razoáveis e justos; pois que o direito e o dever de uma sociedade perfeita é encaminhar real e eficazmente os seus membros para a consecução do fim, que ela se propõe, assim como olhar pela sua própria </span><em>conservação</em><span style="font-family:Verdana;">. Ora, sendo a Igreja uma sociedade perfeita, provida por seu divino Fundador de tudo o que é necessário à sua conservação e vitalidade, necessariamente possui o direito e, conseqüentemente, o poder de fazer leis e de </span><em>punir</em><span style="font-family:Verdana;"> os seus súditos que as menosprezarem. E, se eles relutarem ou se mostrarem rebeldes contra ela, </span><em>devios et contumaces</em><span style="font-family:Verdana;">, como se expressa Bento XIV, pode e deve também, como mãe terna, sim, mas não fraca, </span><em>corrigi-los</em><span style="font-family:Verdana;">, para os fazer voltar aos seus deveres e para impedir que os demais se deixem arrastar pelos maus exemplos deles. Procede ela, obrando assim, como procederia um pai de família, que, por meios prudentes e eficazes, corrige os seus filhos e procura preservar o seu lar de tudo o que seja de natureza a perturbar-lhe a paz e o seu bem estar, ou como procedem hoje em dia os governos, quando, por um sistema de precauções enérgicas, impedem que entre a peste, ou a cólera ou qualquer outra moléstia epidérmica, ou quando organizam corporações de vigilância destinadas a descobrir os malfeitores, os assassinos, os conspiradores e aos entregarem à vindica das leis, para assim lhes frustrarem os seus sinistros e malévolos intentos.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">O que é a varinha para o pai de família, ou o que são os cordões sanitários para os países ou as comissões medicas, os corpos de polícia e os tribunais, era a Inquisição para sociedade religiosa, isto é, um meio de conservação para ela e de preservação para os seus membros. [5]</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Quanto à legitimidade por parte do Estado, para ela se poder compreender bem, é mister reportar-se aos tempos, em que ela foi fundada. Nos tempos, em que, de fato, a Inquisição se fundou, a sociedade européia era completamente católica, como todos sabem, e era tão geral a convicção acerca da verdade dos dogmas católicos, como nas sociedades modernas pode sê-lo a convicção acerca da </span><em>verdade</em><span style="font-family:Verdana;">, relativa aos princípios da lei natural. Tinha-se e, com razão, como coisa certa, que a revolta contra Deus não era menos digna de castigo do que a revolta contra o próprio soberano.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Tanto os soberanos como os vassalos consideravam, além disto, a conservação da religião católica, a única verdadeira e divina para eles, como um bem social, muito mais transcendente do que todos os bens naturais. E assim se achava a legislação dos diferentes países da Europa baseada numa íntima aliança a Igreja e o Estado; pelo que qualquer desobediência contra a religião ficava, </span><em>ipso facto</em><span style="font-family:Verdana;">, punível segundo as leis civis, logo que por atos públicos se desse a conhecer.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Correndo as coisas por esta forma, era muito natural a fundação de tribunais que tivessem por fim averiguar, por meio dignos e legais, as infrações externas das leis religiosas, discernir os hereges obstinados dos que só acidentalmente caiam nalguma fraqueza passageira, e punir os verdadeiros culpados, lavando da culpa os inocentes. Eram estes tribunais tão fundados em justiça como o são modernamente os tribunais destinados a averiguar os delitos contra a segurança do Estado, ou contra a pessoa, a honra e os haveres dos cidadãos. Dissemos exteriores, pois está claro que os recônditos das consciências só a Deus são patentes; e por isso as leis humanas não podem estender-se aos atos internos, nem castigam senão as infrações que se revelam por sinais exteriores.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">E, porque os princípios e povos da Idade Média se achavam compenetrados destas verdades, é que nunca julgaram violar a liberdade de consciência, quando puniam a heresia e a apostasia.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><em><span style="font-family:Verdana;">Em conclusão</span></em><span style="font-family:Verdana;">, tratando-se neste caso de uma sociedade estabelecida segundo os princípios que acabamos de expor, e governada por uma legislação orientada por esta forma, ninguém, que pense sensatamente, ousará negar ter a Igreja procedido muito atiladamente em, de combinação com o poder civil, encarregado de executar  os castigos, estabelecer um tribunal destinado a, com todas as garantias da justiça, averiguar quais fossem os réus de delitos graves e a lhes instaurar os processos, e mais, sendo estes crimes considerados como grandemente nocivos tanto à sociedade civil como à religiosa.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">OBSERVAÇÃO: Se hoje se encontram homens que sentem uma tal ou qual repugnância em admitir esta conclusão, é porque o ambiente social, que se presentemente se acha impregnado de muitos erros, lhes não permite ver com lucidez a verdade, que outrora abraçariam com prazer. E não descansam os inimigos da religião, para mais facilmente propagarem o mal, em fazerem crer que qualquer repressão da impiedade e da heresia é um atentado contra os que eles falsamente chamam sagrados direitos da consciência.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">É, sem embargo, fora de toda a dúvida, que o homem não tem nem pode ter, como hoje querem muitos, o direito de pensar, de escrever tudo o que lhe vem à cabeça. Sendo o homem criado para Deus e estando tudo dependente de Deus, jamais lhe será lícito blasfemar ou ultrajar ao Autor da sua existência; tornando-se pelo batismo filho da Igreja, jamais lhe será permitido insurgir-se contra sua mãe e pôr-se em revolta contra ela; sendo membro de uma sociedade, é-lhe vedado socavar os fundamentos em que assenta essa sociedade; sendo dotado de livre arbítrio, para assim, de um modo meritório, poder praticar o bem, não a de servir-se deste dom para ir perverter os seus irmãos e os arrastar para o mal.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">É do mesmo modo incontestável haver erros, que implicam culpa; há desvarios da mente, que praticamente andam acompanhados de perversidade moral. Está o homem, acima de tudo,</span><em>obrigado </em><span style="font-family:Verdana;">a abraçar a verdade e a libertar a sua inteligência: e a razão é clara; pois que para querer é necessário conhecer; e para retamente querer é necessário conhecer a verdade. Se, de fato, não houvesse regras ou normas para as idéias, também as não poderia haver para as ações. Se assim não fora, aonde iriam parar a moral e a sociedade? Ora, bem os pecados de incredulidade, de heresia e de apostasia avantajam-se a quaisquer outros erros, quando há culpa. Os atentados contra a honra, contra as vidas ou contra os haveres de um homem, simples criatura, não são atos que se possam comparar na gravidade com os crimes, que diretamente vão atentar contra a soberana majestade de um Deus. Negar-se obstinadamente a crer uma revelação feita por Deus e, como tal, bastantemente demonstrada e reconhecida, constitui um crime de lesa majestade divina, pois é, em certo modo, negar a veracidade infinita de Deus.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Ora, nos tempos e nos países em que dominava a Inquisição, era a todos fácil ter um certeza moral completa (ainda que proporcionada ao estado e capacidade de cada individuo) acerca da divindade da religião cristã e da Igreja Católica.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-family:Verdana;">IV. Que juízo se há de fazer sobre a Inquisição em geral, e em especial sobre a Inquisição na Espanha.</span></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Mas não será pelo menos digno de censura o modo, como este direito foi posto em prática; não houve realmente crueldade por parte da Inquisição da Espanha? Não tem esta questão a importância da que acima tratamos, e em parte lhe demos a solução. Façamos apenas, para remate, algumas observações.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">1. Seria primeiramente absurdo imputar à Igreja os abusos, de que são unicamente responsáveis os juizes inquisitoriais. Assim como não podem imputar a um indivíduo senão os atos e os efeitos provenientes da sua atividade pessoal, assim se não pode também acusar uma corporação senão dos resultados que se deram em razão da sua existência e da sua ação como associação, ou, por outras palavras, em razão dos seus princípios constitutivos, das suas leis e do exercício regular da sua autoridade. Quem é que, pois, com justiça ousaria incriminar as leis civis ou os regulamentos militares pelos abusos cometidos pelas autoridades encarregadas de executarem essas mesmas leis e regulamentos, abusos que essas mesmas leis e regulamentos condenam?</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Ora, os abusos, que se comprazem em assacar à Inquisição, não são de nenhum modo um fruto dos princípios professados pelo cristianismo; estão em completa oposição com o seu espírito, e foram de fato severamente censurados pelos soberanos Pontífices todas as vezes que deles tinham notícia. ?Os inquisidores eram homens, observa Vacandard, e muito seria para espantar que nunca tivessem abusado dos poderes que lhes tinham sido confiados. Mas nunca a Igreja jamais pensou em lhes abonar todos os seus atos; deixa-os à apreciação dos historiadores; e o que ela só quer é que este assunto se trate com uma serena imparcialidade e um são critério. Os que assim fizerem o estudo da Inquisição facilmente observarão que o uso da força em prol da fé foi por vezes além dos limites da equidade e não serviu aos interesses da religião; nem será a Igreja que o negue; e nada encontrarão em sua doutrina que os impeça de pensar deste modo.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">2. Convém também ter presente que a crueldade dos suplícios não era única e exclusivamente praticada pela Inquisição. Já dissemos que o sistema penal se ressentia muito da influencia da barbárie, influência que só lentamente viria a desaparecer [6].</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">Temos um monumento da extremada severidade dos tribunais daquele tempo na </span><em>Carolina</em><span style="font-family:Verdana;">, código penal de Carlos Quinto, pelo qual se regeu a Alemanha até o último século.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">3. E, demais disto, quando se comprassem em declamar contra as torturas da Inquisição, esquecem-se de nos dizer ou fingem ignorar que este meio de se descobrir a verdade estava então em voga em todos os tribunais da Europa. E assim, quando por exemplo, os conselhos judiciais da Bélgica foram, em 1765, consultados acerca dos projetos de reforma que conviria introduzir no direito criminal, relativamente à abolição eventual da tortura, todos os do conselho, à uma, optaram pela sua conservação. E, quando mais tarde foram de novo ouvidos sobre o mesmo assunto, ainda todos se mantiveram firmes no seu primeiro parecer, quanto à abolição das torturas.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Note-se, além disto, que foi a Inquisição a que primeiro renunciou à tortura, e muito antes dos outros tribunais da Europa. ?É coisa certa, afirma Llorente, que há já muito tempo que a Inquisição não emprega a tortura?. E, além disto, nunca ela permitiu, como permitiam os tribunais civis, se recorresse várias vezes a ela durante o mesmo processo; e exigia sempre a presença do médico para verificar o momento em que a vida do supliciado começasse a correr perigo.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">4. Com respeito à Inquisição Espanhola não temos dificuldade em confessar que realmente houve numerosos abusos; nem isto é para estranhar, pois eram homens os que intervinham como juízes. Em todo o caso é mister deslindar bem as responsabilidades. Os papas é que, como vimos, se mostraram sempre adversos a uma demasiada severidade tanto em clamar a atenção sobre os abusos como em coibir. Vejam-se, por exemplo, as reclamações logo no começo feitas por Sixto IV e as precauções por ele tomadas contra a demasiada severidade e contra a irregularidade dos tramites seguidos pelos inquisidores. [7]</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Convém ainda notar que as crueldades imputadas à Inquisição da Espanha andam vulgarizadas com uns exageros que causam espanto e que revelam uma grande má fé. Até o próprio Llorente, hostil à Igreja, confessa que os tribunais da Inquisição eram secos, bem abobadados, e que eram uns palácios, comparados com os cárceres dos outros tribunais europeus. Nenhum encarcerado da Inquisição era, assegura ele, amarrado com correntes ou carregado de grilhões.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Sobem por vezes, note-se ainda, a centenas de milhares o número de vítimas imoladas pela Inquisição espanhola durante um curto espaço de tempo. Ora, segundo o supracitado Llorente, o seu número não vai além de umas 35.000 durante 331 anos que durou a Inquisição; e ainda neste número se contam diversos gêneros de malfeitores, propriamente ditos, como são, por exemplo, os contrabandistas, os mágicos, os feiticeiros e os usurários, que dependiam deste tribunal. Além de que este mesmo número é evidentemente exagerado; pois que a dar-se, por exemplo, crédito ao próprio Lorente, nos autos de fé em Toledo nos dias 12 de fevereiro, 1 de maio e 1 de dezembro, do ano de 1486, contaram-se como, respectivamente, condenados e entregues ao braço secular, 700, 900, 750. Ora, o fato é que não houve nem uma só vítima; pois eram simplesmente culpados, mas nenhum deles foi supliciado. [8]</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Faça-se uma comparação da tão falada severidade da Inquisição espanhola com a pouco falada crueldade, praticada por Isabel de Inglaterra, e ver-se-á que, como assegura o protestante Guilherme Cobett, mais gente matou num só ano esta sanguinária mulher do que a Inquisição durante todo o tempo da sua existência. Acresce ainda que muito mais violenta foi por toda a parte a intolerância dos protestantes contra os católicos do que a destes contra os protestantes: a perseguição sanguinolenta foi o meio empregado pelos príncipes luteranos para arrancar os povos à Igreja. E, contudo, é só contra a Igreja católica que se ouvem palavras de censura e de incriminações.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">?Porque, pergunta Langlois, pouco favorável à Igreja, veio afinal a Inquisição a ser o bode expiatório das cóleras que a lembrança das antigas perseguições religiosas ainda hoje está atiçando? Milhares de seres humanos foram queimados vivos por causa das suas crenças, antes de a Inquisição existir. Quando se deu o segundo grande assalto, em parte vitorioso, que a hierarquia católica sofreu no século XVI, quase só em Espanha florescia a Inquisição propriamente dita. E foi acaso menos para lamentar o martirologio dos países, em que ela deixou de influir, como em França, ou em que ela nunca entrou , como na Inglaterra dos Lancastres e dos Tudores? Sob o regime do estatuto </span><em>De hærético comburendo</em><span style="font-family:Verdana;">, ou sob o regime inquisitorial na Espanha, de Carlos V? Foram mais numerosos os cátaros, que morreram vítimas da Inquisição albigense, ou os anabaptistas, que a Alemanha luterana ou calvinista imolou ao seu partidarismo? E não se igualaram as grandes perseguições da Igreja Oriental, que fundaram a ortodoxia grega no sangue dos dissidentes, às mais cruéis que assolaram o ocidente?</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">Mas, tempos novos, novos costumes. Tem, sem dúvida a Igreja o direito de punir os seus filhos rebeldes; mas por ela ter feito uso deste direito, por assim o julgar conveniente, não se segue que haja sempre de fazer uso dele; e deve até pô-lo de parte, quando ele se tornar contraproducente. E há já muito tempo que, de fato, renunciou a servir-se dele; e por isso já não é mais que como uma lembrança histórica ou como um espantalho ao serviço da ignorância e da impiedade.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><strong><span style="font-family:Verdana;"> </span></strong></span></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">NOTAS:</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">[1] Guiraud, na </span><em>Vie de S. François d?Assise</em><span style="font-family:Verdana;">, demonstrou para os valdenses, para os fraticelos, para os hussitas e para os lollardos o mesmo que Sabatier demonstrou para os cátaros. ?Se o rol dos sectários queimados ou emparedados se riscassem os sectários que foram condenados como perturbadores da ordem pública e como malfeitores contra o direito comum, ficaria o número dos condenados por heresia reduzido a um pequeno número?. Vacandard, </span><em>L?Inquisition</em><span style="font-family:Verdana;">.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">[2] Teve a Inquisição espanhola por historiador um homem abjeto, chamado Llorente, cônego de Toledo e secretário geral da Inquisição, o qual se vendeu ao rei Joseph e se enriqueceu com os despojos dos bens nacionais. Depois de expulsos os franceses, a qual ele teria sacrificado a sua pátria, refugiou-se em Paris, donde, por causa dos seus escritos, foi expulso em 1822. Depois de escrever a sua história em 4 volumes, teve o cuidado de queimar a maior parte dos documentos relativos à inquisição, os quais o poderiam sem dúvida ter convencido de caluniador. Respondeu-lhe José de Maistre pelas suas </span><em>Lettres à un gentilhomme russe</em><span style="font-family:Verdana;">: ?A obra escrita por este lastimoso escritor é o como evangelho a que recorrem todos os adversários da Inquisição. Nele ao menos deviam ver como os cárceres do Santo Ofício e o seu sistema de impor as penas revelam preocupações humanas e indulgentes, desconhecidas para todos os governos e em todos os tribunais civis daquele tempo?.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">[</span><span style="font-family:Verdana;">3] Supõem alguns ser a Inquisição uma instituição puramente eclesiástica; o que é um exagero, reconhecido até pelos próprios protestantes. Ainda não há muito escrevia Philippson, ao fazer o juízo crítico de uma obra de Schaefer: ?Engana-se este senhor, quando se empenha em provar que a Inquisição de Espanha era um tribunal composto de padres. A verdade é que ele estava submetido à vontade do rei; deste é que sempre recebia a direção; o conselho superior era nomeado pelo rei, e, se o inquisidor-mor precisava ter a aprovação papal, não era esta mais que uma pura formalidade, sem conseqüência alguma prática. O rei podia, além disto, forçar o inquisidor-mór a se demitir do seu cargo. E nos negócios mais importantes o conselho da Inquisição pedia diretamente as ordens do rei. E Philippe II sobretudo, como protetor do Santo Ofício, impediu sistematicamente qualquer ingerência do Papa nos negócios da Inquisição espanhola?.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="font-family:Verdana;color:#000000;">[4] Não se deve esquecer que, quando se discute acerca da Inquisição, a questão não tem nada que ver com os infiéis ou com os pagãos e judeus, sobre os quais a Igreja não tem nenhuma autoridade, nem jamais sonhou em os constranger pela força a se submeterem às suas ordens; o assunto diz unicamente respeito aos cristãos, aos filhos da Igreja, aos que, regenerados pelo batismo, ficaram submetidos às suas leis. Os primeiros, diz S. Tomás, não devem à força ser obrigados a obedecer à Igreja; os outros, pelo contrário, devem ser constrangidos.</span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">[5] ?A Inquisição, o braço secular! Eis os palavrões que soam com terror aos ouvidos dos contemporâneos. Mas nada de medos infantis. Para se julgar do passado, é mister que nos formemos uma alma histórica, uma alma de antepassado. A Inquisição, falo da romana, apresenta-se com rigores, que todos os espíritos retos do tempo, em que ela funcionava, consideravam como justos e necessários, porque os hereges se lhes antolhavam, e com razão, como perigosos perturbadores da sociedade assente sobre o princípio da unidade cristã, que se lhes afigurava com direito pleno de defender as suas instituições fundamentais, do mesmo modo que as modernas sociedades se julgam com direito para defender as suas contra os anarquistas, os niilistas e os coletivistas&#8230; Os que se procuram convencer de que os rigores são baldados, e de que a idéia se não reprime, estarão acaso bem seguros de que bastariam somente os meios persuasivos, atualmente mesmo, para salvaguardar a ordem social contra a propaganda subversiva? Seja, porém, qual fora a sua opinião, o certo é que </span><strong>a dos nossos pais não admitia dúvidas</strong><span style="font-family:Verdana;">. </span><strong>Quando a Igreja lançava mão da severidade, fazia-o de acordo com o sentir geral</strong><span style="font-family:Verdana;">; e o Estado, ao castigar os hereges, sobretudo relapsos, julgava fazer uma obra grandemente social. Fica deste modo justificado o princípio em que se baseia a Inquisição?. (Vacandard, </span><em>De la tolerance religieuse</em><span style="font-family:Verdana;">).</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">[6] O que nos diz Poullet acerca da jurisprudência criminal do Brabante, se há de também aplicar ao resto da Europa. Queimavam-se vivos naquele tempo os moedeiros falsos; vergastavam-se ou condenavam-se à morte os falsificadores de pesos e medidas; o roubo com escada tinha o castigo de garrote; e os convictos de recidivos em questão de roubo eram igualmente condenados à morte. Não seria difícil demonstrar que em geral os tribunais da Inquisição se mostravam sob todos os respeitos muito mais eqüitativos e menos rigorosos para com os acusados do que todos os tribunais civis. Hafele na sua </span><em>Inquisition d?Hespagne</em><span style="font-family:Verdana;"> nos dá a prova desta asserção acerca do tribunal daquele pais, o mais incriminado de todos; e isto baseando-se nos dados fornecidos pelo próprio Llorente.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">[7] [N. do Tradutor] Note-se o modo seguro e posição firme que o autor aqui toma defendendo a Igreja e demonstrando ser ela irresponsável pelos abusos inquisitoriais. Esta deve ser a tática, que se há de seguir, quando nos vierem com esta ária, infinitas vezes e em todos os tons realejada, dos Torquemadas, dos cárceres, das fogueiras da inquisição: mostrar como nunca um homem de juízo pode incriminar a Igreja romana por abusos, que ela sempre condenou. Mau serviço prestam, pois, à religião e à Igreja, cremos nós, os apologistas que para defendê-la, julgam também haver de defender a inquisição da península hispânica, à qual somente se referem, e não à romana, os escrevinhadores e declamadores, quando querem mover as turbas ignorantes para um determinado fim. Nesse terreno é que eles se querem e nos querem; mas nós não devemos querê-lo, por que é falso. Não lhe demos neste ponto nem lugar sequer a discussões. ?Isso dos horrores da inquisição ou dos abusos por ela cometidos, digamos-lhes mais ou menos, não tem nada que ver conosco, católicos romanos: não vem nada a propósito tratando-se da religião católica, apostólica, romana. </span><em>Canis extra chorum</em><span style="font-family:Verdana;">. Convém, sim, varrermos ou mostrarmos estar varrida a testada do Vaticano: as dos palácios inquisitoriais de Sevilha, de Granada ou, se quiserem, de Coimbra que as varram outros como quiserem ou puderem?.</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Verdana;">[8] Lancemos uma vista de olhos sobre o que então se passava numa região protestante. Em Nuremberg, uma das cidades mais cultas da Alemanha morreram no espaço de 40 anos (1577-1617) 356 pessoas no cadafalso dentre as 55.000 almas de que se compunha o distrito judicial: a Inquisição espanhola houvera, proporcionalmente falando, supliciado 55.960 desventurados neste mesmo espaço de tempo. Em Nordlingen, que contava 6.000 habitantes, morreram em 4 anos (1590-1594) trinta e cinco </span><em>feiticeiros</em><span style="font-family:Verdana;">: guardando-se a mesma proporção, isto é, mais 11.000 ainda do que ela em realidade, segundo Llorente, mandou supliciar, para toda a sorte de crimes, durante todo o tempo da sua existência. E chamam excepcionais sobre todos os outros rigores empregados pela Inquisição da Espanha!</span></span></p>
<p style="text-align:justify;" align="justify"><span style="color:#000000;">FONTE: <a href="http://www.veritatis.com.br/article/3340"><span style="color:#000000;">http://www.veritatis.com.br/article/3340</span></a></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1267/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1267&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/24/a-historia-da-inquisicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1f05ac4aa5aa817a931ce406aa320bef?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Marcos Paulo Teixeira</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O FUNDAMENTALISMO ATEU</title>
		<link>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/19/o-fundamentalismo-ateu/</link>
		<comments>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/19/o-fundamentalismo-ateu/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 01:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcospauloteixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquivo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcospauloteixeira.wordpress.com/?p=1260</guid>
		<description><![CDATA[O FUNDAMENTALISMO ATEU Uma reflexão sobre o valor das religiões, por Ives Gandra Martins  SÃO PAULO, 18 de janeiro de 2012(ZENIT.org) - Oferecemos aos nossos leitores, um interessante artigo que nos enviou *Ives Gandra da Silva Martins, advogado tributarista, professor e prestigiado jurista brasileiro; uma reflexão sobre o valor das religiões. *** O FUNDAMENTALISMO ATEU Voltávamos,Francisco Rezeke eu, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1260&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O FUNDAMENTALISMO ATEU</span></h2>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>Uma reflexão sobre o valor das religiões, por Ives Gandra Martins</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"> SÃO PAULO, 18 de janeiro de 2012(<a href="http://www.zenit.org/"><span style="color:#000000;">ZENIT.org</span></a>) - <strong>Oferecemos aos nossos leitores, um interessante artigo que nos enviou *Ives Gandra da Silva Martins, advogado tributarista, professor e prestigiado jurista brasileiro; uma reflexão sobre o valor das religiões.</strong></span></p>
<div id="article">
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">***</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>O FUNDAMENTALISMO ATEU</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Voltávamos,Francisco Rezeke eu, de uma posse acadêmica em Belo Horizonte, quando ele utilizou a expressão “fundamentalismo ateu” para referir-se ao ataque orquestrado aos valores das grandes religiões que vivemos na atualidade.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Lembro-me de conversa telefônica que tive com o meu saudoso e querido amigo Octávio Frias, quando discutíamos um editorial que estava para ser publicado, sobre Encíclica do Papa João Paulo II, do qual discordava quanto a alguns temas. Argumentei que a Encíclica era destinada aos católicos e que quem não o era, não deveria se preocupar. Com sua inteligência, perspicácia e bom senso Frias manteve o editorial, mas acrescentou a observação de que o Papa, embora cuidando de temas universais, dirigia-se, fundamentalmente, aos que tinham a fé cristã.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Quando fui sustentar, pela CNBB, perante a Suprema Corte, a inconstitucionalidade da destruição de embriões para fins de pesquisa científica &#8211; pois são seres humanos, já que a vida começa na concepção -, antes da sustentação fui hostilizado, a pretexto de que a Igreja Católica seria contrária a Ciência e que iria falar de religião e não de Ciência e de Direito. Fui obrigado a começar a sustentação informando que a Academia de Ciências do Vaticano tinha, na ocasião, 29 Prêmios Nobel, enquanto o Brasil até hoje não tem nenhum, razão pela qual só falaria de Ciência e de Direito. Mostrei todo o apoio emprestado pela Academia às experiências com células tronco adultas, que estavam sendo bem sucedidas, enquanto havia um fracasso absoluto nas experiências com células tronco embrionárias. E, de lá para cá, o sucesso com as experiências, utilizando células tronco adultas, continua cada vez mais espetacular. Já as pesquisas com células embrionárias permanecem no seu estágio “embrionário”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Trago estas reminiscências, de velho advogado provinciano, para demonstrar minha permanente surpresa com todos aqueles que, sem acreditarem em Deus, sentem necessidade de atacar permanentemente os que acreditam nos valores próprios das grandes religiões, que como diz Toynbee,em seu “Estudoda História”, terminaram por conformar as grandes civilizações. Por outro lado, Thomas E. Woods Jr., em seu livro “Como a Igreja Católica construiu a civilização Ocidental” demonstra que, além dos fantásticos avanços na Ciência realizados por sacerdotes cientistas, a Igreja ofereceu ao mundo moderno o seu maior instrumento de cultura e educação, ou seja, a Universidade.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Aos que direcionam esta guerra atéia contra aqueles que vivenciam a fé cristã e cumprem seu papel, nas mais variadas atividades, buscando a construção de um mundo melhor, creio que a expressão do ex-juiz da Corte de Haia é adequada. Só não se assemelham aos “fundamentalistas” do Próximo Oriente, porque não há terroristas entre eles.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Num Estado, o respeito às crenças e aos valores de todos os segmentos da sociedade é a prova de maturidade democrática, como, aliás, o constituinte colocou, no artigo 3º, inciso IV, da C.F, ao proibir qualquer espécie de discriminação.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>*IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, é advogado tributarista, professor e prestigiado jurista brasileiro; acadêmico das: Academia Internacional de Cultura Portuguesa, Academia Cristã de Letras e Academia de Letras da Faculdade de Direito da USP; Professor Emérito das universidades Mackenzie, CIEE/O, ECEME e Superior de Guerra &#8211; ESG; Professor Honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia); Doutor Honoris Causa da Universidade de Craiova (Romênia) e Catedrático da Universidade do Minho (Portugal). </strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">fonte: <a href="http://www.zenit.org/"><span style="color:#000000;">http://www.zenit.org</span></a></span></p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1260/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1260&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/19/o-fundamentalismo-ateu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1f05ac4aa5aa817a931ce406aa320bef?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Marcos Paulo Teixeira</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>CURSO: A RESPOSTA CATÓLICA</title>
		<link>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/07/curso-a-resposta-catolica/</link>
		<comments>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/07/curso-a-resposta-catolica/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 02:36:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcospauloteixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcospauloteixeira.wordpress.com/?p=1256</guid>
		<description><![CDATA[CURSO A RESPOSTA CATÓLICA Para Católicos que querem aprofundar na fé apostólica, está aí uma excelente oportunidade oferecida pela Escola da Fé Santo Atanásio.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1256&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">CURSO A RESPOSTA CATÓLICA</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Para Católicos que querem aprofundar na fé apostólica, está aí uma excelente oportunidade oferecida pela Escola da Fé Santo Atanásio.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://marcospauloteixeira.files.wordpress.com/2012/01/cartaz-respostacatolica.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1257" title="Cartaz-RespostaCatolica" src="http://marcospauloteixeira.files.wordpress.com/2012/01/cartaz-respostacatolica.jpg?w=500&#038;h=275" alt="" width="500" height="275" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1256/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1256&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/07/curso-a-resposta-catolica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1f05ac4aa5aa817a931ce406aa320bef?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Marcos Paulo Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://marcospauloteixeira.files.wordpress.com/2012/01/cartaz-respostacatolica.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Cartaz-RespostaCatolica</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Marxismo Cultural e Revolução Cultural – Primeira Aula</title>
		<link>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/05/marxismo-cultural-e-revolucao-cultural-primeira-aula/</link>
		<comments>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/05/marxismo-cultural-e-revolucao-cultural-primeira-aula/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 15:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcospauloteixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcospauloteixeira.wordpress.com/?p=1252</guid>
		<description><![CDATA[Marxismo Cultural e Revolução Cultural – Primeira Aula Esta é uma série de palestras que busca compilar, de forma sistemática, o tema do Marxismo Cultural que se encontra difuso em diversos vídeos e palestras no site padrepauloricardo.org. O intuito é o de apresentar a revolução cultural dentro da Igreja ou, melhor dizendo, um estudo sistemático [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1252&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Marxismo Cultural e Revolução Cultural – Primeira Aula</span></h2>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Esta é uma série de palestras que busca compilar, de forma sistemática, o tema do Marxismo Cultural que se encontra difuso em diversos vídeos e palestras no site padrepauloricardo.org. O intuito é o de apresentar a revolução cultural dentro da Igreja ou, melhor dizendo, um estudo sistemático das raízes da Teologia da Libertação e de sua atuação dentro da Igreja Católica.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Como reflexão teológica, o objetivo é o de identificar o que está acontecendo com a teologia e a maneira como o pensamento revolucionário está influenciando a forma de pensar a teologia, Deus, a Igreja e o sacerdócio. Porém, para se chegar à teologia é importante conhecer as raízes desta revolução, que se encontram na filosofia.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O curso também irá abordar a razão pela qual a expressão teologia da libertação não é mais tema de discussão. Na realidade, ela já domina hegemonicamente o pensamento da própria Igreja. E é exatamente para desmascarar esse domínio velado que este curso é apresentado aos assinantes do site Christo Nihil Praeponere.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/05/marxismo-cultural-e-revolucao-cultural-primeira-aula/"><img src="http://img.youtube.com/vi/FJi7CugwzVw/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;">Acompanhe as próximas aulas no site <a href="http://padrepauloricardo.org/">http://padrepauloricardo.org/</a></p>
<p style="text-align:justify;">
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1252/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1252&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2012/01/05/marxismo-cultural-e-revolucao-cultural-primeira-aula/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1f05ac4aa5aa817a931ce406aa320bef?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Marcos Paulo Teixeira</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>FELIZ ANO 2012</title>
		<link>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/31/feliz-ano-2012/</link>
		<comments>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/31/feliz-ano-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 10:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcospauloteixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcospauloteixeira.wordpress.com/?p=1249</guid>
		<description><![CDATA[FELIZ ANO 2012 Amigos leitores&#8230; estou passando o final de ano em Maceió, por isso não estou tendo tempo para responder os debates por email. Ao voltar para Teresina retomarei os trabalhos. Esse ano de 2011 foi um ano de muita luta pela fé. Alguns reconheceram a verdadeira fé e outros não&#8230; mas pelo pouco [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1249&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color:#000000;">FELIZ ANO 2012</span></h2>
<p><span style="color:#000000;">Amigos leitores&#8230; estou passando o final de ano em Maceió, por isso não estou tendo tempo para responder os debates por email.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Ao voltar para Teresina retomarei os trabalhos.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Esse ano de 2011 foi um ano de muita luta pela fé. Alguns reconheceram a verdadeira fé e outros não&#8230; mas pelo pouco que fizemos, valeu a pena!</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Que Jesus e Maria Santíssima abençoe a todos!</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Feliz Ano Novo!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1249/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1249&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/31/feliz-ano-2012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1f05ac4aa5aa817a931ce406aa320bef?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Marcos Paulo Teixeira</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A MULHER INVISÍVEL</title>
		<link>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/22/a-mulher-invisivel/</link>
		<comments>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/22/a-mulher-invisivel/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 19:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcospauloteixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquivo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcospauloteixeira.wordpress.com/?p=1246</guid>
		<description><![CDATA[A MULHER INVISÍVEL O dia-a-dia não teria sentido se não chegássemos a essa conclusão. &#160;<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1246&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color:#000000;">A MULHER INVISÍVEL</span></h2>
<p>O dia-a-dia não teria sentido se não chegássemos a essa conclusão.</p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/22/a-mulher-invisivel/"><img src="http://img.youtube.com/vi/WBSAVK2xLgU/2.jpg" alt="" /></a></span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1246/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1246&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/22/a-mulher-invisivel/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1f05ac4aa5aa817a931ce406aa320bef?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Marcos Paulo Teixeira</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>JESUS NASCEU NO DIA 25 DE DEZEMBRO?</title>
		<link>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/21/jesus-nasceu-no-dia-25-de-dezembro/</link>
		<comments>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/21/jesus-nasceu-no-dia-25-de-dezembro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 02:28:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcospauloteixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcospauloteixeira.wordpress.com/?p=1243</guid>
		<description><![CDATA[A DATA DO NATAL Por William J. Tighe William J. Tighe é corresponsável pela &#8220;Touchstone&#8221; e professor adjunto na Universidade de Muhlenberg. Tradução: Carlos Martins Nabeto Calculando-se a data do Natal conclui-se que não foram os cristãos que adotaram uma festa pagã, mas justamente o inverso&#8230; Muitos cristãos crêem que o Cristianismo celebra o nascimento [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1243&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>A DATA DO NATAL</strong></span></h2>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">Por William J. Tighe</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#3366ff;">William J. Tighe é corresponsável pela &#8220;Touchstone&#8221; e professor adjunto na Universidade de Muhlenberg.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#000000;">Tradução: Carlos Martins Nabeto</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://marcospauloteixeira.files.wordpress.com/2011/12/natal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1244" title="natal" src="http://marcospauloteixeira.files.wordpress.com/2011/12/natal.jpg?w=500&#038;h=375" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Calculando-se a data do Natal conclui-se que não foram os cristãos que adotaram uma festa pagã, mas justamente o inverso&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Muitos cristãos crêem que o Cristianismo celebra o nascimento de Cristo no dia 25 de dezembro porque os Padres da Igreja se apropriaram da data de uma festa pagã. Quase ninguém dá importância a este fato, exceto alguns grupos evangélicos minoritários de origem norte-americana, que parecem interpretar que isso converte o Natal em uma festa pagã. No entanto, resta interessante saber que a opção pelo 25 de dezembro é resultado das tentativas efetuadas pelos primeiros cristãos em investigar a data de nascimento de Jesus baseando-se em cálculos do calendário que nada tinham a ver com as festividades pagãs. Ao contrário, a festa pagã do &#8220;Nascimento do Sol Invicto&#8221; foi instituída pelo imperador romano Aurélio para ser comemorada em 25 de dezembro de 274, quase com toda certeza como tentativa de criar a alternativa pagã para uma data que já gozava de certa importância para os cristãos romanos. Com efeito, &#8220;as origens pagãs do Natal&#8221; são um mito sem fundamento histórico.            </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>UM ERRO</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A idéia de que a data foi apropriada dos pagãos remonta a dois estudiosos de fins do século XVII e princípios do século XVIII. Paul Ernst Jablonski, um protestante alemão, pretendia demonstrar que a celebração do nascimento de Cristo em 25 de dezembro era uma das muitas &#8220;paganizações&#8221; do Cristianismo que a Igreja do século IV havia adotado, como uma das muitas &#8220;degenerações&#8221; que haviam transformado o puro Cristianismo apostólico em Catolicismo. Dom Jean Hardouin, um monge beneditino, tentou demonstrar que a Igreja Católica tinha adotado festividades pagãs para fins cristãos sem, porém, paganizar o Evangelho. No calendário juliano, criado no ano 45 a.C., sob Júlio César, o solstício de inverno caía em 25 de dezembro e, portanto, para Jablonski e Hardouin parecia-lhes evidente que essa data tinha que conter obrigatoriamente um significado pagão antes de ter sido cristianizada. Porém, na verdade, a data não tinha nenhum sentido religioso no calendário pagão em tempos anteriores a Aurélio e tampouco o culto ao sol desempenhava um papel importante em Roma antes da sua chegada. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Havia dois templos dedicados ao sol em Roma. Um deles, mantido pelo clã do qual Aurélio nasceu ou foi adotado, celebrava sua festa de consagração em 9 de agosto; e o outro, em 28 de agosto. No entanto, os dois cultos caíram em desuso no século II, quando os cultos solares orientais, como o Mitraísmo, começaram a ganhar adeptos em Roma. Como quer que seja, nenhum destes cultos, antigos ou novos, tinham festividades relacionadas com solstícios ou equinócios. O que ocorreu verdadeiramente foi que Aurélio, que governou do ano 270 até seu assassinato em 275, era hostil para com o Cristianismo, estando documentado que promoveu o estabelecimento da festa do &#8220;Natal do Sol Invicto&#8221; como um método de unificar os diversos cultos pagãos do Império Romano em torno de uma comemoração do &#8220;renascimento&#8221; anual do sol. [Aurélio] liderava um Império que avançava para o colapso ante as agitações internas, as rebeliões das províncias, a decadência econômica e os repetidos ataques das tribos germânicas pelo norte e do Império Persa pelo leste.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Ao criar essa nova festa, sua intenção era a de que o dia 25 (quando a luz dia começava a avançar e reduzir as trevas) fosse um símbolo do aguardado &#8220;renascimento&#8221; ou eterno rejuvenescimento do Império Romano, que fora o resultado da perseverança na adoração dos deuses cuja tutela &#8211; segundo acreditavam os romanos &#8211; tinha conduzido Roma à glória e ao governo de todo o mundo. E se era possível acabar com a celebração cristã, melhor ainda&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>UMA CONSEQUÊNCIA</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">É certo que a primeira prova de uma celebração cristã em 25 de dezembro como data do Natal do Senhor encontra-se em Roma, alguns anos depois de Aurélio, no ano 336 d.C.; porém, existem provas oriundas do leste grego e do oeste latino, onde os cristãos tentavam averiguar a data do nascimento de Cristo muito antes de passarem a celebrá-la de forma litúrgica, inclusive nos séculos II e III. De fato, as provas indicam que a atribuição da data de 25 de dezembro foi consequência das tentativas de se determinar quando deveriam celebrar sua morte e ressurreição.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Mas como ocorreu tudo isto? Parece existir uma contradição na data da morte do Senhor nos Evangelhos Sinóticos e no Evangelho de João. Os Sinóticos a situam na Páscoa dos judeus (após a Última Ceia na noite anterior) enquanto que João a descreve na véspera da Páscoa, no momento em que os cordeiros eram sacrificados no Templo de Jerusalém para o ágape que tinha lugar após o nascimento do sol nesse mesmo dia. A solução para esta questão implica responder à pergunta se a Santa Ceia foi um ágape pascal ou uma ceia que ocorreu um dia antes, o que evidentemente não estudaremos aqui. Basta dizer que a Igreja primitiva seguiu João e não os Sinóticos e que, portanto, acreditou que a morte de Cristo ocorreu no dia 14 de Nisan, de acordo com o calendário lunar judaico. Por certo, os estudiosos modernos concordam que a morte de Cristo pode ter ocorrido no ano 30 ou no ano 33 d.C., já que estes são os únicos anos dessa época</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">em qua a vigília da Páscoa poderia cair numa sexta-feira. As possibilidades são, portanto, o 7 de abril do ano 30 ou o 3 de abril de 33.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Porém, visto que a Igreja primitiva foi separada forçosamente do Judaísmo, adentrou em um mundo de calendários diferentes e teve que instaurar seus próprios momentos para celebrar a Paixão do Senhor, em parte também para se tornar independente dos cálculos rabínicos para a data da Páscoa. Por outro lado, como o calendário judaico era um calendário lunar que constava de 12 meses de 30 dias cada, de anos em anos era necessário acrescentar, por decreto do Sinédrio, um 13º mês, para manter o calendário sincronizado com os equinócios e solstícios, bem como para evitar que as estações fossem se &#8220;deslocando&#8221; para meses inapropriados.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Em paralelo à dificuldade que os cristãos deveriam ter para investigar (ou talvez em estar bem informados) sobre as datas pascais de um determinado ano, se viessem a seguir um calendário lunar projetado por eles mesmos poderia lhes atrair problemas tanto da parte dos judeus quanto dos pagãos, bem como entrar em debates sem fim entre eles próprios. O século II presenciou grandes debates sobre se a Páscoa precisava cair sempre num domingo ou em qualquer dia da semana, dois dias depois do 14 de Nisan/Artemísion e seguir um calendário lunar somente poderia agravar estes problemas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Tais divergências eram interpretadas de diferentes maneiras entre os cristãos gregos da parte oriental do Império e os cristãos latinos da parte ocidental do mesmo. Parece que os cristãos-gregos quiseram encontrar uma data equivalente ao 14 de Nisan em seu próprio calendário solar e, visto que Nisan era o mês em que ocorria o equinócio de primavera, elegeram o dia 14 de Artemísion, o mês em que o equinócio de primavera caía invariavelmente em seu próprio calendário. Por volta do ano 300 d.C., o calendário grego foi suplantado pelo calendário romano e como as datas de início e fim dos meses nestes dois sistemas não coincidiam, o dia 14 de Artemísion se converteu em 6 de abril.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Não obstante, parece que os cristãos latinos do século II em Roma e no norte da África queriam estabelecer a data histórica da morte de Jesus. Na época de Tertuliano (~155-220 d.C.) tinham concluído que morreu na sexta-feira, 25 de março do ano 29 (como observação, devo fazer constar que isto é impossível: o dia 25 de março do ano 29 não caiu na sexta-feira e a véspera da Páscoa judaica do ano 29 d.C. não caiu nem em 25 de março e nem sequer no mês de março).</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>IDADE INTEGRAL</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Portanto no leste temos o dia 6 de abril e, no oeste, o dia 25 de março. Tendo chegado a este ponto, devemos introduzir uma crença que parece ter se propagado no Judaísmo do tempo de Jesus; porém, como não aparece na Bíblia, não é muito conhecida dos cristãos. Trata-se da &#8220;idade integral&#8221; dos grandes profetas judeus: a idéia de que os profetas de Israel morreram na mesma data em que se deu seu nascimento ou concepção.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Este conhecimento é fator-chave na hora de entender o porquê de alguns dos primeiros cristãos terem chegado à conclusão de que o dia 25 de dezembro foi a data em que nasceu Jesus Cristo. Os primeiros cristãos aplicaram esta idéia a Jesus, de modo que o 25 de março e o 6 de abril não eram apenas as supostas datas da morte de Jesus como também as de sua concepção ou nascimento. Existe alguma prova fugaz de que pelo menos alguns cristãos dos séculos I e II consideravam o 25 de março e o 6 de abril como a data de nascimento de Cristo, porém logo prevaleceu a indicação do 25 de março com a data da concepção de Cristo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">E é neste dia, comemorado quase que universalmente pelos cristãos como a Festa da Anunciação, quando o Arcanjo Gabriel levou a Boa Nova do Salvador à Virgem Maria, a qual consentiu que a Palavra de Deus (&#8220;Luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, nascido do Pai antes de todos os séculos&#8221;) se encarnasse em seu ventre. Quanto dura uma gravidez? Nove meses! Se contarmos nove meses a partir de 25 de março teremos 25 de dezembro; se contarmos a partir de 6 de abril, teremos 6 de janeiro. O 25 de dezembro é Natal; o 6 de janeiro, a Epifania.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O Natal (25 de dezembro) é uma festa de origem cristã ocidental. Parece que em Constantinopla foi introduzido no anto 379 ou 380. De um sermão de São João Crisóstomo, que em sua época foi um renomado asceta e pregador na sua Antioquia nativa, parece que aí a festa foi celebrada pela primeira vez em 25 de dezembro de 386. A partir desses centros, se espalhou por todo o Oriente cristão, sendo adotado em Alexandria por volta de 432 e, em Jerusalém, um século depois (ou um pouco mais). Entre as Igrejas cristãs antigas, os armênios são os únicos que não o adotaram, celebrando até hoje o nascimento de Cristo, a adoração dos reis e o batismo em 6 de janeiro.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Por sua vez, as Igrejas ocidentais foram adotando gradualmente, para o 6 de janeiro, a celebração da Epifania oriental, sendo que Roma o fez entre 366 e 394. Porém, no Ocidente, esta festa se apresentava normalmente como a comemoração da visita dos Reis Magos ao Menino Jesus e, como tal, era uma festa importante, mas não uma das mais determinantes. Isto provocava um forte contraste com a posição da Igreja oriental, onde continua sendo a segunda festa mais importante da Igreja após a Páscoa. No Oriente, a Epifania é muito mais importante que o Natal. A razão disto é que nessa festa também se celebra o batismo de Cristo no Jordão o momento em que a voz do Pai e a descida do Espírito Santo manifestaram pela primeira vez aos mortais a divindade do Cristo Encarnado e a Trindade das Três Pessoas em um só Deus.    </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><strong>UMA FESTA CRISTÃ</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Assim, pois, parece que o 25 de dezembro como data do nascimento de Cristo não se deve em absoluto às influências pagãs nas práticas da Igreja durante ou depois do tempo de Constantino. Não é possível provar que seja a data exata do nascimento de Cristo, porém surgiu estritamente dos esforços dos primeiros cristãos latinos para investigar a data histórica da morte de Cristo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Ao contrário, a festa pagã instituída pelo imperador Aurélio para essa data, no ano 274, não apenas foi um esforço para usar o solstício de inverno com o objetivo de fazer uma declaração política, como ainda &#8211; com quase toda a certeza &#8211; foi uma tentativa de dar um sentido pagão para um data já importante para os cristãos romanos. Por sua vez, os cristãos puderam posteriormente tornar a adotar a festa do &#8220;Nascimento do Sol Invicto&#8221; para se referir, em memória do nascimento de Jesus, à ascensão do &#8220;Sol da Salvação&#8221; ou do &#8220;Sol da Justiça&#8221;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Fonte: <a href="http://www.veritatis.com.br/article/5677"><span style="color:#000000;">http://www.veritatis.com.br/article/5677</span></a></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1243/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1243&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/21/jesus-nasceu-no-dia-25-de-dezembro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1f05ac4aa5aa817a931ce406aa320bef?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Marcos Paulo Teixeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://marcospauloteixeira.files.wordpress.com/2011/12/natal.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">natal</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Deputada católica Myrian Rios (RJ) discursa contra a PEC 23/2007 (uma espécie de PL 122 do Rio)</title>
		<link>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/17/deputada-catolica-myrian-rios-rj-discursa-contra-a-pec-232007-uma-especie-de-pl-122-do-rio/</link>
		<comments>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/17/deputada-catolica-myrian-rios-rj-discursa-contra-a-pec-232007-uma-especie-de-pl-122-do-rio/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 21:05:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcospauloteixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcospauloteixeira.wordpress.com/?p=1240</guid>
		<description><![CDATA[Deputada católica Myrian Rios (RJ) discursa contra a PEC 23/2007 (uma espécie de PL 122 do Rio) Parabéns Myrian Rios, você orgulha a Igreja Católica! &#160;<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1240&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=1J_m0DLIEMc" rel="nofollow" target="_blank">Deputada católica Myrian Rios (RJ) discursa contra a PEC 23/2007 (uma espécie de PL 122 do Rio)</a></strong></p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/17/deputada-catolica-myrian-rios-rj-discursa-contra-a-pec-232007-uma-especie-de-pl-122-do-rio/"><img src="http://img.youtube.com/vi/1J_m0DLIEMc/2.jpg" alt="" /></a></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;">Parabéns Myrian Rios, você orgulha a Igreja Católica!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/marcospauloteixeira.wordpress.com/1240/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=marcospauloteixeira.wordpress.com&amp;blog=5838071&amp;post=1240&amp;subd=marcospauloteixeira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://marcospauloteixeira.wordpress.com/2011/12/17/deputada-catolica-myrian-rios-rj-discursa-contra-a-pec-232007-uma-especie-de-pl-122-do-rio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://1.gravatar.com/avatar/1f05ac4aa5aa817a931ce406aa320bef?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">Marcos Paulo Teixeira</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
