Publicado por: marcospauloteixeira | Dezembro 13, 2008

Dúvidas sobre a vacina contra a RUBÉOLA

É lógico que uma vacina contra a Rubéola é sempre bem vinda na nossa sociedade. As dúvidas que surgiram não são contra as finalidades da vacina, e sim sobre uma possível adição de um composto chamado beta-hcg.

o beta hcg (gonadotrofina coriônica humana) é um hormônio produzido durante a gravidez, sendo feito pelo embrião logo depois da concepção e depois por uma parte da placenta. O papel do beta hcg durante a gravidez é prevenir a desintegração do corpo lúteo do ovário, e desta forma manter a produção de progesterona, que é crítica para o período de gravidez. Beta hcg pode ter funções adicionais, por exemplo acha-se que ele afeta a tolerância imunológica durante a gravidez. Testes de gravidez geralmente são baseados na detecção e medição do beta hcg. O beta hcg também pode ser produzido por alguns tipos de tumor.

A dúvida está em saber se a vacina contra a rubéola contém o composto beta-HCG. No México aconteceu algo parecido com a vacina contra o tétano. Ela vinha com esse composto, muitas mexicanas ficaram estéreis e, ainda não se sabe se só temporariamente e,ainda, através de abortos repetitivos porque a concepção ocorre, mas a criança não consegue nidar no útero.

Se isso for verdade, a OMS estaria inoculando o beta-hcg no organismo com o fim de produzir anticorpos contra ele. Estes anticorpos não impedem que a mulher conceba, mas o desenvolvimento do corpo lúteo no ovário, que deixa de produzir progesterona, ocasionando mudanças no endométrio, provocando o aborto por impedir que o ser humano concebido se implante no útero.

A campanha, que começou na semana passada pelo Ministro da Saúde pró-aborto do Brasil, José Gomes Temporão, afirma que sua meta é aniquilar a rubéola nanação sul-americana. Temporão, que tem gasto energia considerável para legalizar o aborto, afirma que está preocupado com o fato de que 17 crianças brasileiras anualmente sofrem defeitos congênitos da doença, numa nação de mais de 180 milhões de pessoas. A rubéola normalmente é pouco mais do que um incômodo para os que a contraem, com sintomas que desaparecem em questão de dias ou semanas.Embora o número de crianças afetadas pela Síndrome Congênita da Rubéola (SCR) seja per capita menos do que o número de crianças atingidas na Inglaterra e na Austrália na década de 1990, Temporão está liderando um programa compulsório para vacinar 70 milhões de brasileiros, o que tornaria tal vacinação a maior da história.

Adolfo Castañeda, de Vida Humana Internacional, observa que apenas dois anos atrás, pesquisadores constataram que a vacina da rubéola usada numa campanha semelhante na Argentina estava contaminada com o hormônio Gonadotropina Coriônica Humana (HCG), um hormônio da gravidez que é necessário para que um zigoto que acabou de ser concebido se implante na parede uterina depois da concepção. Quando recebe o HCG numa vacina, o corpo o percebe como um intruso e cria anticorpos que lutam contra a presença do hormônio no corpo. A reação imunológica do corpo se volta contra a gravidez, provocando abortos quando ocorre a concepção.
Em 2006, houve na Argentina uma campanha semelhante ao programa atual do Brasil”, Castañeda escreveu num recente boletim de VHI. “Constatou-se a presença do HCG em várias amostras da vacina usada contra a rubéola. A suspeita que ocasionou a investigação foi iniciada pelo fato de que havia muito poucos casos da doença na Argentina.

Esses casos não mereciam uma campanha de grande escala”.Castañeda também nota que a faixa etária das mulheres alvos da campanha é a mesma ou semelhante a outros programas que, conforme foi comprovado, incluíam agentes esterilizantes nas vacinas.
“A idade das pessoas que serão vacinadas é 12 a 49 anos para as mulheres (idade reprodutiva) , e entre 12 e 39 anos para os homens”, escreveu ele. “As idades para as mulheres são as mesmas idades para aquelas que receberam as vacinas na Nicarágua, onde incluíam um hormônio que esteriliza a mulher que o recebe, e semelhante à idade daquelas que receberam outro hormônio esterilizante nas Filipinas”.
Uma coisa também estranha é o fato de vacinar novamente até aqueles que se vacinaram recentemente.

Se o objetivo da campanha é realmente eliminar a rubéola, então por que vacinar quem já foi vacinado?“, pergunta ele em seu blog, Last Days Watchman. “Por que obrigar a vacinação de quem já teve a doença? É fato mais que comprovado que a pessoa que já teve rubéola nunca mais a terá.”
Mandei um e-mail pra Fundação Oswaldo Cruz e para meus professores de infectologia, mas até agora ninguém responde nada.
Espero que o Ministério da Saúde divulgue a composição da vacina para que todas as dúvidas sejam tiradas.
outras notícias:


Related LifeSiteNews Coverage:UNICEF Nigerian Polio Vaccine Contaminated with Sterilizing Agents Scientist Findshttp://www.lifesite%20news.com/%20ldn/2004/%20mar/04031101.%20html

NEW WORLD HEALTH ORGANIZATION CHIEF INVOLVED IN POPULATION CONTROL VACCINE SCANDALhttp://www.lifesite%20news.com/%20ldn/2003/%20jan/03013003.%20html

UNICEF’s Other Agendas Popular Children’s Aid Agency at Odds With Conservative Religious Groups for Embracing Politically Correct U.N. Viewpointshttp://www.lifesite%20news.com/%20ldn/2002/%20oct/021030a.%20html



Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

Categorias

%d bloggers like this: