Publicado por: marcospauloteixeira | Dezembro 13, 2008

HETEROFLEXÍVEIS

Estamos presenciando a explosão de grupos que se rotulam e tem características próprias, como por exemplos os emos, góticos e etc.
A novidade agora são os heteroflexíveis. Segundo a reportagem do site G1 da globo, eles são Jovens que encaram com naturalidade beijar pessoas do mesmo sexo. Avessos a rótulos, heteroflexíveis gostam mesmo é de experimentar.
Eis a reportagem:
“Uma nova tribo jovem já pode ser identificada nas baladas e nos bares de São Paulo: são os heteroflexíveis, meninos e meninas que beijam pessoas do mesmo sexo para experimentar, fazer uma brincadeira ou mostrar certo ar de modernidade. Segundo a psicoterapeuta e sexóloga Mara Pusch, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), esse grupo é geralmente formado por adolescentes e jovens, na faixa dos 20 e poucos anos. Eles não se vestem de forma igual – como os emos – nem andam em grupo. Os heteroflexíveis gostam mesmo é de beijar e de tocar gente do mesmo sexo para testar sensações e ver como é. “Tem a ver com a curiosidade típica dessa faixa etária”, diz Mara. Segundo a sexóloga, não é que agora todo mundo tenha começado a beijar todo mundo do mesmo sexo. Esses beijos só estão mais explícitos. “Hoje em dia, há mais liberdade. A sociedade aceita muito mais esse comportamento”, analisa a psicoterapeuta. Apesar da experiência homossexual, do contato físico com uma pessoa do mesmo sexo, o heteroflexível não acredita ser gay, esclarece Mara, pois ele está apenas experimentando, e não vivendo intensamente uma relação homossexual. Só depois de provar e descobrir que gosta de pessoas do mesmo sexo, diz a sexóloga, é que é possível se sentir gay ou bissexual.”

Trilha sonora
A curiosidade dos heteroflexíveis tem até música oficial: é o hit “I kissed a girl”, da cantora norte-americana Katy Perry. A música da artista, que pode ser traduzida como “Eu beijei uma garota”, fala sobre a experiência de uma mulher beijar outra para ver como é. Na música, Katy diz que não planejava o beijo homossexual, mas que gostou da experiência. A cantora diz ainda que não pretende se apaixonar e espera que o namorado – sim, ela é heterossexual – não se importe com a travessura.

Comentários: Tudo começa asssim: nós não fazemos mal a ninguém, queremos somente aproveitar a vida! Se for só isso, mesmo eu sabendo que esse comportamento vai de encontro a todos os preceitos morais que Cristo sonha para humanidade, eu não teria muito a me preocupar. O problema é que com o tempo as pessoas acham-se no direito de impor isso a nação, ou seja, querem que a família homossexual, bi, emo, góticos, gastrossexual etc, seja tida como modelo de família amparado por lei.

As pessoas confundem o significado de liberdade. Liberdade não é fazer aquilo que eu quero e na hora que eu quero sem medir consequências pra mim, para os outros e pra sociedade; isso é libertinagem. Liberdade é fazer aquilo que preciso. Deus nos ama a tal ponto que nos deixa livres para se fazer o bem ou o mal, a sua votade ou a nossa própria vontade. Essa é uma das definições do amor de Deus. Um Deus que nos ama a tal ponto de aceitar até o nosso não para Ele.

Na minha opinião, quem quiser ser heteroflexível ou qualquer coisa do gênero que seja, só não me peça pra ser a favor dessa cultura como modelo de família ou estílo de vida para a nação.

referência:http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL775794-5605,00-HETEROFLEXIVEIS+FORMAM+A+NOVA+TRIBO+DAS+BALADAS+DE+SAO+PAULO.html

Autor: Marcos Paulo – Outubro de 2008

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