Publicado por: marcospauloteixeira | Setembro 30, 2011

FREI BETTO A FAVOR DO HOMOSSEXUALISMO

FREI BETTO A FAVOR DO HOMOSSEXUALISMO

Por Marcos Paulo Teixeira

 Frei Beto é um dominicano religioso que, na minha opinião, deixou de ser católico há muito tempo! Suas ideologias são maiores do que a obediência a doutrina apostólica.

 Em seu site publicou o texto  “OS GAYS E A BÍBLIA”. Confundindo, ou melhor, distorcendo a doutrina Católica sobre as práticas homossexuais.

 Lutar para que um homossexual tenha felicidade não é sinônimo de abraçar o gaysismo, ou seja, o movimento homossexual organizado.

 O Catecismo da Igreja Católica reconhece que a gênese psíquica da atração pelo mesmo  sexo continua amplamente inexplicada (CIC 2357), porém não se pode negar que Deus que transformou a água em vinho, possa restabelecer os mais puros sentimentos no ser humano.

 O Catecismo ainda continua: “Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarou que “os atos homossexuais são intrinsecamente desordenados”. São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.” ( CIC 2357).

 O Catecismo é claro em separar o homossexual das “práticas” homossexuais, no  artigo 2358 o Catecismo afirma que os homossexuais devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. O catecismo ainda continua: “Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Essas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição. (CIC 2358).

 “As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.” (CIC 2359)

 Agora veja, em vermelho, o texto do Frei Betto. Meus comentários estão em preto.

 OS GAYS E A BÍBLIA

Frei Betto

É no mínimo surpreendente constatar as pressões sobre o Senado para evitar a lei que criminaliza a homofobia. Sofrem de amnésia os que insistem em segregar, discriminar, satanizar e condenar os casais homoafetivos.

[Marcos Paulo] A lei da Homofobia não serve para dar dignidade ao homossexual, mas sim amordaçar a sociedade. Entenda a situação e história do PLC122/2006 pelas palavras do Pe. Lodi (padre de verdade, mestre e advogado). Seus comentários estão em azul.

[Pe. Lodi]

A História do projeto

No dia 07/08/2001, a deputada Iara Bernardi (PT/SP) apresentou na Câmara um projeto que “determina sanções às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual das pessoas”. Em 23/11/2006, ele foi aprovado pela Câmara e encaminhado ao Senado. Ao chegar ao Senado, o projeto recebeu o número PLC 122/2006 e, no dia 07/02/2007, foi encaminhado ao gabinete da Senadora Fátima Cleide (PT/RO), designada como relatora na Comissão de Direitos Humanos (CDH). No dia 07/03/2007, a relatora apresentou voto favorável à aprovação do projeto. A proposição já estava pronta para a pauta quando a relatora, em 15/03/2007, pediu a sua retirada para “reexame da matéria”. Foi uma retirada estratégica, pois o Senado estava recebendo várias mensagens de protesto. No entanto, o projeto pode ser votado — e aprovado — a qualquer momento. O presidente Lula tem especial interesse em sancioná-lo, uma vez que, quando candidato, dedicou 14 páginas a um caderno em que se comprometia promover o homossexualismo, caso fosse reeleito.

 O perigo é iminente, mas parecemos estar “deitados eternamente em berço esplêndido”.

O que já está acontecendo

Muito diferentes dos homossexuais que, angustiados, procuram o sacerdote para obter o perdão de seus pecados e o auxílio para abandonar seu vício, os homossexuais militantes orgulham-se de sua prática antinatural e têm sido autores de graves perseguições religiosas. Em 10 de abril deste ano, a BBC noticiou que o arcebispo de Gênova (Itália), presidente da CEI (Conferência Episcopal Italiana) foi colocado sob escolta policial depois de ter recebido ameaças de morte de ativistas homossexuais. Na Inglaterra, o bispo anglicano de Hereford, Anthony Priddis, está sendo processado por ter-se recusado a empregar um homossexual declarado (lá foi aprovada a “Lei de Orientação Sexual”, semelhante àquela que nosso presidente pretende sancionar).Na Suécia, em julho de 2004, o pastor Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão contra o homossexualismo. No Brasil, em 2004, o arcebispo emérito do Rio de Janeiro Dom Eugênio Sales foi ameaçado com uma enxurrada de processos vindos de homossexuais, incomodados por artigos de jornal que criticavam suas condutas.

Logo no primeiro dia da visita do Santo Padre ao Brasil (09/05/2007), “cerca de 350 integrantes de movimentos de gays e simpatizantes da Bahia, liderados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) […] ocuparam as escadarias da Catedral da Sé, no Centro da Capital Baiana, e queimaram uma foto ampliada do pontífice. Além disso, promoveram um apitaço, estendendo faixas com mensagens de protesto contra a presença do pontífice. Na maior das faixas, lia-se: ‘Papa Bento XVI, chega de inquisição! O amor não tem sexo!’.”[7]

O governo Lula tem empregado maciçamente o nosso dinheiro para a promoção do homossexualismo. A frase a seguir é de um líder homossexual e refere-se ao montante investido no programa “Brasil sem homofobia”:

“Da proposta inicial do governo de R$ 400 mil, nós conseguimos aumentar este valor para R$ 8 milhões. Atualmente, esse é o orçamento inteiro do programa, mas que ainda é insuficiente para atender a demanda que temos no país”.

O que está para acontecer

A lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da “homofobia”, está muito longe de ser inofensiva. Já agora os homossexuais militantes, organizados em associações, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, vêm obtendo, junto ao Judiciário, indenizações por “danos morais”, pensão alimentícia após a morte do “companheiro” e inclusive o direito de adotar crianças! Há juízes e tribunais decidindo contra a lei, à semelhança daqueles que “autorizam” a prática de um aborto de bebê anencéfalo.

O PLC 122/2006, se convertido em lei, conforme compromisso do presidente, acarretará uma perseguição religiosa sem precedentes em nosso país. Vejamos:

A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) por homossexuais (art. 7°).

Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).

A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (“ação […] constrangedora […] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”).

A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)

O cerne da questão

No entanto, as conseqüências acima (que já são realidade em países que aprovaram leis semelhantes) não são o principal motivo pelo qual o PLC 122/2006 deve ser rejeitado. O cerne da questão não está nas perseguições que hão de vir caso a proposta seja convertida em lei.

O motivo central pelo qual esse projeto deve ser totalmente rejeitado é que ele pretende dar direitos ao vício. O homossexualismo não acrescenta direitos a ninguém. Se um homossexual praticante tem algum direito, conserva-o apesar de ser homossexual, e não por ser homossexual. O mesmo se pode dizer de qualquer outro vício. O bêbado, o adúltero, a prostituta… só têm direitos como pessoas, mas não por causa da embriaguez, do adultério ou da prostituição.

O homossexual, por ter escolhido livremente praticar esse vício, deve arcar com o ônus de sua opção. Não pode exigir que um seminário o acolha para que ele se torne sacerdote. Nem pode querer impedir que, em uma homilia, um pregador reprove sua conduta. Não pode queixar-se de seu empregador querer demiti-lo temendo a corrupção moral de sua empresa. Não pode exigir que um juiz da infância lhe dê uma criança para adotar. Não pode obrigar uma mãe de família a confiar nele para cuidar de seus bebês. Não pode forçar a população a tolerar seus atos de obscenidade praticados em público.

A simples promulgação dessa lei (Deus não o permita!), independentemente de qualquer efeito persecutório, será uma horrenda mudança qualitativa em nossa legislação. Se aprovada essa lei, por ação ou omissão dos brasileiros, este país ter-se-á rebelado contra Deus, transformando em direito aquele pecado “muito grande” (Gn 18,20) que clamava aos Céus por castigo. É de se temer que nossa pátria tenha um destino semelhante ao que teve a cidade de Sodoma (Gn 19).

[Marcos Paulo] Voltando… é tudo isso que o Frei Betto chama de amnésia que insiste em segregar. Continuando ao texto:

[Frei Betto] No tempo de Jesus, os segregados eram os pagãos, os doentes, os que exerciam determinadas atividades profissionais, como açougueiros e fiscais de renda. Com todos esses Jesus teve uma atitude inclusiva. Mais tarde, vitimizaram indígenas, negros, hereges e judeus. Hoje, homossexuais, muçulmanos e migrantes pobres (incluídas as “pessoas diferenciadas”…).

[Marcos Paulo] Nenhuma outra instituição tem tomado uma atitude inclusiva perante os homossexuais. Por exemplo, aqueles que defendem a lei da homofobia são os primeiros a condenar a Igreja Católica quando ela acolhe um padre que caiu nas práticas homossexuais. Ou não é verdade? E quando a Igreja afasta um padre homossexual, eles chamam a Igreja de homofóbica. Vai entender!!

Há condenação formal das práticas homossexuais nas sagradas escrituras. Confira:

“Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus.” (I Cor 6, 9-10)

Segundo a New International Version, impuros são os sexualmente imorais e os efeminados os ofensores homossexuais.

“Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario.” (Rm 1,26-27)

Então veja que a Igreja primitiva sempre condenou as práticas homossexuais, por isso um frei não pode usar palavras para distorcer o que a Palavra de Deus realmente ensina.

Continuando com texto do Frei Betto…

[Frei Betto] Relações entre pessoas do mesmo sexo ainda são ilegais em mais de 80 nações. Em alguns países islâmicos elas são punidas com castigos físicos ou pena de morte (Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Nigéria etc).

No 60º aniversário da Decclaração Universal dos Direitos Humanos, em 2008, 27 países membros da União Europeia assinaram resolução à ONU pela “despenalização universal da homossexualidade”.

A Igreja Católica deu um pequeno passo adiante ao incluir no seu Catecismo a exigência de se evitar qualquer discriminação a homossexuais. No entanto, silenciam as autoridades eclesiásticas quando se trata de se pronunciar contra a homofobia. E, no entanto, se escutou sua discordância à decisão do STF ao aprovar o direito de união civil dos homoafetivos.

[Marcos Paulo] Vocês viram na parte inicial do texto que coloquei as citações do Catecismo sobre o homossexualismo, agora o frei Betto usa apenas uma parte desse mesmo texto para justificar a sua adesão ao movimento homossexual. O Catecismo foi claro em não aceitar discriminação, porém também foi claro em dizer que em momento algum essas práticas poderão ser aceitas.

[Frei Betto] Ninguém escolhe ser homo ou heterossexual. A pessoa nasce assim. E, à luz do Evangelho, a Igreja não tem o direito de encarar ninguém como homo ou hétero, e sim como filho de Deus, chamado à comunhão com Ele e com o próximo, destinatário da graça divina.

[Marcos Paulo] Certo… aceitar o homossexual como filho de Deus não significa apoiar as práticas homossexuais. Vou repetir o texto do Catecismo:

“As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes do autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.” (CIC 2359)

 [Frei Betto] São alarmantes os índices de agressões e assassinatos de homossexuais no Brasil. A urgência de uma lei contra a homofobia não se justifica apenas pela violência física sofrida por travestis, transexuais, lésbicas etc. Mais grave é a violência simbólica, que instaura procedimento social e fomenta a cultura da satanização.

 [Marcos Paulo] Frei Betto sabe que a lei da homofobia irá acabar com o direito da Igreja pregar a palavra de Deus, como vocês viram no texto do Pe. Lodi, porém é fácil entender o pensamento de um frei que é mais petista do que qualquer outra coisa.

[Frei Betto] A Igreja Católica já não condena homossexuais, mas impede que eles manifestem o seu amor por pessoas do mesmo sexo. Ora, todo amor não decorre de Deus? Não diz a Carta de João (I,7) que “quem ama conhece a Deus” (observe que João não diz que quem conhece a Deus ama…).

 [Marcos Paulo] Sim, a Igreja Católica não condena os homossexuais, mas sabe que não há verdadeiro amor entre duas pessoas do mesmo sexo que se desejam carnalmente a ponto de criar uma família. A Igreja reconhece que o amor verdadeiro de pessoas desinteressadas pode ajudar um homossexual a chegar a plenitude da perfeição cristã. É como diz o ditado: nem tudo o que reluz é ouro. Só o amor de Deus pode fazer o homem feliz, e o amor humano deve refletir o amor de Deus.

[Frei Betto] Por que fingir ignorar que o amor exige união e querer que essa união permaneça à margem da lei? No matrimônio são os noivos os verdadeiros ministros. E não o padre, como muitos imaginam. Pode a teologia negar a essencial sacramentalidade da união de duas pessoas que se amam, ainda que do mesmo sexo?

[Marcos Paulo] O que Frei Betto defende aqui é pior do que aceitar o movimento homossexual, mas ele defende a união sacramental entre pessoas do mesmo sexo. Os ministros do matrimônio sãos os noivos, porém é Deus quem une. Já ficou claro qual é  o tipo de família que Deus deseja.

O Catolicismo é uma religião revelada, ou seja, foi Deus quem ditou as regras. O catolicismo não é o PT que o frei Betto milita, mas é o corpo de Cristo. E antes fazer a vontade de Deus do que as dos homens. Deus não é um filósofo, ele é o criador. E sendo criador sabe o que é melhor para o homem e para a mulher.

[Frei Betto] Ora, direis ouvir a Bíblia! Sim, no contexto patriarcal em que foi escrita seria estranho aprovar o homossexualismo. Mas muitas passagens o subtendem, como o amor entre Davi por Jônatas (I Samuel 18), o centurião romano interessado na cura de seu servo (Lucas 7) e os “eunucos de nascença” (Mateus 19). E a tomar a Bíblia literalmente, teríamos que passar ao fio da espada todos que professam crenças diferentes da nossa e odiar pai e mãe para verdadeiramente seguir a Jesus.

 [Marcos Paulo] É de causar espanto… será que o verdadeiro amor entre dois homens tem que, necessariamente, ser homossexual? A amizade sincera de Davi por Jônatas e do centurião pelo seu servo é uma amizade verdadeira, como diz o texto “começou a amá-lo como a sim mesmo”. Jesus mesmo ordenou amar o próximo como a si mesmo. Estaria Jesus ordenando todo mundo ser homossexual?

E os eunucos? Ora, onde foi que o Frei Beto tirou a idéia que eunuco é gay? A própria palavra de Deus diz que há eunucos que assim se fizeram por amor ao Reino de Deus. Tem como tornar-se gay por amor ao reino de Deus?  Expliquei isso texto “Por que os Padres não se casam?”. https://marcospauloteixeira.wordpress.com/2009/12/20/por-que-os-padres-nao-se-casam/

[Frei Betto] Há que passar da hermenêutica singularizadora para a hermenêutica pluralizadora. Ontem, a Igreja Católica acusava os judeus de assassinos de Jesus; condenava ao limbo crianças mortas sem batismo; considerava legítima a escravidão e censurava o empréstimo a juros. Por que excluir casais homoafetivos de direitos civis e religiosos?

[Marcos Paulo] Ora, e amanhã iremos aceitar o aborto? Iremos aceitar o assassinato? Os roubos? Iremos aceitar a prostituição? Ora, os argumentos desse frei são os mais esdrúxulos possíveis!

[Frei Betto] Pecado é aceitar os mecanismos de exclusão e selecionar seres humanos por fatores biológicos, raciais, étnicos ou sexuais. Todos são filhos amados por Deus. Todos têm como vocação essencial amar e ser amados. A lei é feita para a pessoa, insiste Jesus, e não a pessoa para a lei.

[Marcos Paulo] Pecado é negar o amor de Deus e não seguir seus mandamentos. Tudo mais vem por acréscimo. Somos filhos do amor e criados para a felicidade. Mas o amor não é um termo democrático onde cada um tem uma definição particular. Só Deus possui o significado correto do amor. Logo, Frei Betto está errado e Deus está certo!


Responses

  1. esse cara é Gay e não Frey … pq não descomungaram ele ainda ???


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